10 de abril de 2014

Morre o arquiteto David Libeskind

Aos 85 anos, ele sofria de mal de Parkinson

10/04/2014 | O arquiteto David Libeskind morreu nesta quarta-feira (9/4), em São Paulo, informou o site Folha de São Paulo. Autor do projeto do Conjunto Nacional na cidade, ele tinha 85 anos e sofria de mal de Parkinson.

Nascido em Ponta Grossa, no Paraná, Libeskind mudou-se ainda pequeno para Belo Horizonte. Entre 1947 e 1952, cursou arquitetura na Universidade Federal de Minas Gerais. Ele atuou também como artista gráfico, ilustrador e pintor, tendo como mentor o professor modernista Guignard (1896 - 1962).

Além do Conjunto Nacional, projetado na década de 1950, o arquiteto também desenvolveu edifícios e residenciais em Higienópolis, casas no Pacaembu e nos Jardins, escolas e bancos.

O velório ocorrerá na manhã desta quinta-feira (10/4), no cemitério Israelita do Butantã, em São Paulo. Fonte: Zero Hora.

8 de abril de 2014

Fergus Henderson recebe prêmio por sua revolução da culinária britânica

Chef britânico sofre de Mal de Parkinson, mas passou os últimos 20 anos inovando na cozinha
Fergus Henderson, de 51 anos, ganha prêmio pela trajetória

8/4/2014 - O chef britânico Fergus Henderson foi reconhecido nesta terça-feira (8) com o prêmio Diners Club por toda sua trajetória, após mais de duas décadas de gastronomia inovadora à frente de seu restaurante St. John de Londres, informou a revista "Restaurant", que recentemente premiou a brasileira Helena Rizzo.

A cerimônia de premiação acontecerá no próximo dia 28 de abril, quando serão entregues em Londres os prêmios dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo de 2014 dessa revista britânica.

O chef inglês, de 51 anos, é considerado um revolucionário da culinária britânica, por sua originalidade na hora de conceber seus pratos e pela ideia que todas as partes do animal podem ser aproveitadas como ingrediente, o que levou esta gastronomia a adquirir um "novo enfoque", segundo William Drew, editor do Grupo dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo.

Apesar de sofrer do Mal de Parkinson desde o final dos anos 90, Henderson passou os últimos 20 anos inovando na cozinha britânica com contribuições como a revalorização dos produtos autóctones.

Ao saber da homenagem, Henderson assegurou sentir-se "muito honrado" por receber este prêmio. O chef é desde 1994 sócio cofundador do restaurante St. John, com duas estrelas Michelin, e em 1995 foi agraciado pela rainha Elizabeth II com a ordem do Império Britânico por seus serviços à gastronomia.

Outro prêmio já conhecido que será entregue em Londres no dia 28 é o de melhor chef do mundo, concedido há poucos dias à brasileira Helena Rizzo, do restaurante Maní, em São Paulo. Fonte: Record R7.

1 de abril de 2014

Jane Fonda revela batalha do seu namorado Richard Perry com Parkinson

April 1, 2014 - O namorado de Jane Fonda, o produtor musical Richard Perry, disse-lhe que tinha a doença de Parkinson há mais de quatro anos.

Agora ela está trazendo a público a batalha dele.

"Nós decidimos que eu deveria fazê-lo porque os sintomas estão aumentando e senti que era melhor que as pessoas soubessem, porque ele às vezes oscila, cambaleia ou gagueja um pouco e pensam que ele esteja bêbado (já aconteceu ) ou em “off”, explicou ela em seu blog. "É outro sintoma comum dessa doença. O transmissor químico do cérebro, dopamina, é reduzido em pacientes de Parkinson... [e] quando os níveis de dopamina são reduzidos, a frouxidão muscular pode causar a uma pessoa o olhar em branco, desinteressado, quando, de fato, não é o caso".

Fonda, 76, escreveu que Perry primeiro contou a ela sobre a doença em seu primeiro encontro - embora ela não tivesse pensado muito sobre isso no momento. No entanto, após seu relacionamento ter ficado mais sério, ela se interessou sobre a saúde dele.

"Eu disse: Richard se você não levar a sua doença a sério e se tornar um especialista nisso para que você saiba exatamente quais são suas opções, não vou por aí, escreveu ela." E o fez se tornar um especialista. Ele tem um neurologista top linha de doenças motoras, trabalha todos os dias, faz yoga, toma seus remédios (bem, eu tenho que lembrá-lo algumas vezes, porque, quando os sintomas foram piorando, eu fui com ele ao médico e descobrimos que o cronograma dos medicamentos é fundamental). Quem diria."

"Parece que tenho que me tornar uma especialista, bem como, "ela continuou. "Afinal de contas, como a doença tem um longa vida - 20 ou mais anos, e não é diretamente a vida com risco a que eles se referem o "viver com Parkinson."

Desde que se tornaram um casal, Fonda acrescentou que os dois tomaram conta um do outro com freqüência, como ela teve "inúmeras cirurgias" para várias doenças. Ela também disse que cuidar de Perry, que começou a gaguejar e balançar como resultado da doença, lhe ensinou um pouco sobre empatia e bondade.

"Richard e eu estamos gratos que mais e mais pessoas estão falando sobre a doença de Parkinson, o mais especial e importante, Michael J. Fox", escreveu ela. "Então, com este blog, estamos juntando publicamente o discurso." (original em inglês, tradução Google, revisão Hugo) Fonte: ABC News.

24 de março de 2014

Debilitado pelo Mal de Parkinson, Gil Gomes desabafa com Geraldo Luis

24/03/2014 - Neste domingo (23), estreou na Record o Domingo Show, atração comandada por Geraldo Luis na emissora.

Uma entrevista emocionante prendeu o telespectador: Gil Gomes, de 73 anos, contou um pouco de sua vida, sua doença e seu maior arrependimento.

Gil tem Mal de Parkinson e disse que sente muita saudade dos tempos em que conseguia falar mais e que podia trabalhar.

"Eu sinto saudade de falar. Agora sai tudo enrolado."

Durante a conversa com o radialista e repórter, que também fez sua marca no humor brasileiro quando interpretava um dos professores da extinta Escolinha do Barulho, da Record, Gil Gomes falou da quantidade de vezes que teve de noticiar mortes de pessoas comuns, principalmente quando estava no programa Aqui Agora, do SBT.

"Não sei quantas mortes eu narrei. Eu sei que, pelas minhas contas, a polícia esclareceu 600 crimes por conta de informações nossas. Eu estudava a pessoa, aquela pessoa não era só o criminoso, não era a vítima”.

Com o vício em apostas nas corridas de cavalos, Gil confessa ter perdido muito do dinheiro que ganhou enquanto radialista.

"Eu joguei muito. Fui a cassinos, comprei cavalos, fiz tudo que eu quis. Comprometeu a minha vida, mas não acabou com ela. Tive duzentos e cinquenta cavalos.Ganhei muito dinheiro. Tudo isso me comprometeu financeiramente, mas não acabou com a minha vida. Ajudei muita gente. Só não ajudei a mim mesmo. Morava numa casa no Morumbi que tive de me desfazer quando o Aqui Agora acabou. Também vi que o rádio tinha acabado para mim. Então, vendi. Não guardei dinheiro porque achei que não precisava e que não ficaria velho. Aliás, achava que trabalharia até o fim da minha vida".

Seu grande amor:

"Tive muitas mulheres, claro. Foram paixões. O único amor foi minha ex-mulher Eliana".

Sobre o Mal de Parkinson, Gil diz que tudo começou com a morte de seu filho, Guilherme. O jornalista estava no meio de uma das gravações da Escolinha do Barulho, na Record, quando recebeu a notícia de que o rapaz havia falecido. Mesmo assim, ele não parou a gravação e foi até o final.

"Foi a maior tristeza da minha vida. Meu médico acha que o Parkinson veio de um choque inicial que foi a morte do Guilherme por hepatite em 2000. Que é essa tremedeira, e essa voz. Sabe, eu era gago quando era pequeno e agora está voltando".

O único arrependimento de sua vida:

"Quando você vê um jovem criminoso olhar pra câmera e dizer: matei mesmo, matei, matei, matei. Eu queria colaborar com isso, para que não acontecesse mais. Mas falhei. É meu maior arrependimento", afirmou, referindo-se a sempre querer ter se tornado uma lenda em programas policiais.

Quase no final da matéria, Geraldo levou Gil ao local onde há anos foi mantido um dos maiores presídios de São Paulo, o Carandiru. Lá, Gil Gomes desabafou sobre a chacina que aconteceu no local, em 2 de outubro de 1992:

"Foram mais de 300 mortos e não 111. Isso é mentira. Estive aqui no dia seguinte ao massacre. O necrotério era minha segunda casa. Passei lá e em um primeiro momento não me deixaram entrar. Era um dia de eleição e estranhei. Fui ao bar o lado e ouvi um funcionário lamentando. Ele disse: 'Chegaram muitos corpos, mais de 300'. Me assustei ao ver cerca de 300 corpos. Eu comentei isso na viatura e a notícia se espalhou pela imprensa. Nunca ninguém me procurou para contar isso. Fui testemunha. Sabe por que nunca me chamaram? Porque nunca a verdade aparece neste país".

Gil pode rever suas filhas, vindas diretamente de Curitiba, após dois anos longe. A emoção tomou conta de todos, mas o durão e ao mesmo tempo sensível Gil disparou:

“Estou emocionado. Mas não vou chorar”. Fonte: O Fuxico.

26 de fevereiro de 2014

Ator escocês descobriu que tinha mal de Parkinson por causa de um “toque” de fã

Admirador, que também é médico, percebeu sintomas iniciais da doença no jeito de andar de Billy Connolly, de 71 anos

24/02/2014 - Aos 71 anos, o ator escocês Billy Connolly pode agradecer muito pelos fãs que tem. Em recente entrevista a uma rádio dos EUA, o comediante contou que descobriu ter mal de Parkinson graças a um admirador australiano.

Connolly estava no saguão de um hotel em Los Angeles quando foi abordado por um homem. "Ele veio até mim e disse, 'Billy, sou um grande fã seu, sou da Tasmânia [ilha da Austrália]. Sou cirurgião e estava olhando seu jeito de caminhar, você tem um andar estranho. Você demonstra sintomas iniciais da doença de Parkinson. Consulte seu médico".

O ator seguiu o conselho e, após os exames, descobriu que realmente tinha o mal de Parkinson.

O comediante anunciou em setembro de 2013 que estava se tratando da doença degenerativa (mas ele diz ter parado com os remédios, sob supervisão de seu médico) e declarou que tinha câncer de próstata.

O tumor maligno, descoberto por meio do exame de toque, foi eliminado após uma cirurgia em dezembro último.

"[Morrer] nunca passou pela minha cabeça. É aquela coisa arrogante: eu penso que vou viver para sempre", brincou o ator.

Connolly também declarou ter esperança na evolução de tratamentos com células-tronco, mas reconhece que as leis atuais barram a maioria dos testes envolvendo esse recurso. Fonte: Revista Monet.