Mostrando postagens com marcador artista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artista. Mostrar todas as postagens

30 de março de 2024

Cantor Eduardo Dussek faz rara aparição e fala sobre Parkinson: 'Segurando barra'

Eduardo Dussek- Foto: reprodução TV Globo

29/03/2024 - O cantor Eduardo Dussek, de 66 anos, fez uma rara aparição pública na noite e falou sobre sua vida com a Doença de Parkinson.

Dussek foi diagnosticado com Parkison há 10 anos, conta com auxílio de andador para locomoção e disse encarar a doença como uma chance de "evolução espiritual".

"Levo uma vida normal, acho legal. Muitas coisas mudaram. Eu tive Parkinson de repente e estou segurando a barra muito bem. É uma doença para mim, não é uma atitude de desgraça, é uma chance de iluminação, de evolução espiritual", declarou em entrevista à Quem.

O ator, cantor e músico foi o homenageado no prêmio de humor I Love PRIO, no Rio de Janeiro. Ele afirmou estar "satisfeito" com a honraria por significar o reconhecimento de seu trabalho e de que "cumpriu seu papel".

Eduardo Dussek também ressaltou a importância do humor para modificar a vida das pessoas. "Viva o humor, viva as pessoas que são da área de criação. E tem muita gente que está surgindo de geração de músicos, de cartunistas, de desenhistas, que são uma renovação no humor carioca”. Fonte: Radiosampaio. Veja mais aqui=> Eduardo Dussek, craque do humor na música, recebe prêmio no Rio com ‘prazer lexotâmico’ pela obra graciosa.

13 de abril de 2018

Dussek veste a alma de Silvia Machete

13/04 - O riso já não era riso, era desespero. Mas era assim que alguém precisava rir naquela segunda parte dos anos 1970, quando a poesia ainda chegava dura e a música em tons menores para bater tambor contra a liberdade asfixiada desde o AI-5 de 1968. Quando o mundo era sério demais, o riso de Eduardo Dussek virava escárnio e saía atropelando, juntando Noel Rosa com guitarra, cabaré com samba-canção, carnaval com bolero.

O problema é que, depois dos efeitos da aspirina nos anos 80, administrada pela frente carioca e colorida do rock nacional, com Blitz, Leo Jaime, João Penca e Kid Abelha, o mundo voltaria ainda mais sisudo até atingir níveis patológicos de intolerância. Dussek, ironicamente, se dava bem, provando que o que escrevia era seriíssimo, o mundo é que se tornava uma piada. "Vejo hoje mesmo as notícias de Donald Trump contra Putin. Isso é uma piada de Miguel Falabella", diz à reportagem, por telefone.

Dussek é um nome pronto para a esteira da redenção histórica que merece, a mesma pela qual passaram Guilherme Arantes, Belchior, Odair José, Antonio Marcos. Sua obra, mesmo quando colocada em lugar de ponta, não figura como cool. Ele mesmo faz o diagnóstico. "Não segui a cartilha para isso acontecer. Eu era eclético demais para as regras. Minha música era americana, francesa, carioca."

Silvia Machete, então, entra na história. Há dois anos, ela fez os primeiros shows que se tornariam um DVD, só com músicas de Dussek. Dussek Veste Machete, chegou cheio do espírito livre dos dois. A direção cênica ficou com Cesar Augusto, o figurino com Guto Carvalho e a supervisão, com o próprio autor. A veia de uma artista disposta a se tornar outras foi um veículo justo para um homem especializado em criar canção como se fizesse filme. A Índia e o Traficante, Chocante, a mais romântica Aventura e a profunda Cabelos Negros já garantiriam a noite.

O show chega a São Paulo só agora, em um ambiente que ajuda a personificar o próprio Dussek, a cabarenística Casa de Francisca. Será nesta sexta, 13, com acompanhamento do pianista Danilo Andrade. O repertório tem mais Tango da Bronquite (de Angela Ro Ro), 2 Cachorros (de Machete), Quizás, Quizás, Quizás (Osvaldo Farres) e Great Balls of Fire (de Otis Blackwell e Jack Hammer).

Machete, para Dussek, tem apresentado suas canções para uma geração que pouco o conhecia. E que dizem essas pessoas? "Eles ficam surpresas. Quando conhecem as letras, e no show elas sobressaem com força, todo mundo entende tudo."

Diagnosticado há dez anos com doença de Parkinson, Dussek fala abertamente sobre o problema. "Encarei como encaro a vida. Eu não sou de levar o sofrimento humano a sério, existe algo superior a isso. Eu não acredito em baixo-astral."

Ele conta que segue com sua agenda de shows de até duas horas de duração, já que no palco os sintomas desaparecem. "No início, meus dedos foram paralisados, e isso teve de ser corrigido. Já toco piano normalmente. Semana passada, cantei com Maria Alcina no Sesc 24 de Maio. Agora estou em Goiânia para falar para uma plateia de médicos e pacientes com Parkinson. Só não posso mais fazer algo estressante."

Ele sentiu os primeiros sintomas com o enrijecimento das mãos. "Era como se eu estivesse recebendo um santo." Percebeu então que esses momentos vinham depois de situações de estresse. Uma delas é segredo. "Eu tive um problema com uma emissora de televisão, uma discussão que não conto de jeito nenhum. Foi depois desse episódio que comecei a sentir os últimos sintomas antes de procurar um médico."

Viver com Parkinson o fez perceber como o portador é discriminado, como pessoas desinformadas decretam penas de morte instantâneas e como a ciência no Brasil, com relação a essa doença, carece de atualização. "Fiz com a doença como faço com a música. Usei métodos convencionais e outros muitos alternativos."

Um tropicalista de nascimento, sambista de formação, roqueiro do acaso, provocador nas horas vagas, Eduardo Dussek segue sendo mais útil que nunca. Logo depois de ouvi-lo dizer da longevidade de músicas como Nostradamus, de 1981, quando o narrador acorda em pleno apocalipse, o repórter liga para entrevistar Silvia Machete. Ela estava em São Paulo, no centro, com o namorado. De repente, toma um susto e pede para continuar a entrevista mais tarde. "Ai, meu Deus. Acabamos de ser assaltados. Um rapaz na bicicleta roubou meu namorado, e ele saiu correndo atrás do ladrão."

DUSSEK VESTE MACHETE
Casa de Francisca. Rua Quintino Bocaiuva, 22.
Tel: 3052-0547. 6ª (13), às 21h. Ingresso: R$ 44
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: JB.

27 de agosto de 2017

Criador do logo da GM morre aos 76 anos


Alan Peckolick teve lesão cerebral após uma queda em sua casa

11.08.2017 - O designer Alan Peckolick, criador do logotipo da General Motors, faleceu aos 76 anos em decorrência de uma lesão cerebral causada após uma queda, em Danbury, Connecticut. O artista também sofria de mal de Parkinson.

Peckolick, que nasceu em 03 de outubro de 1940 em Nova York, também realizou alguns trabalhos para a Mercedes-Benz, Pfizer e Revlon. No início de sua carreira, ele havia sido rejeitado por diversas escolas de arte até ser aceito no Pratt Institute, onde pediu para deixar o departamento de arte por não poder desenhar. Fonte: Jornal do Carro.

Leia mais aqui: Alan Peckolick, a Leading Logo Designer, Dies at 76.

22 de outubro de 2015

Barrados no Baile

Seg, 21 de Outubro de 2013 - "A simplicidade é o último grau da sofisticação", disse meu mestre Leonardo Da Vinci. E é a pura verdade! Quando a gente fica emperequetando muito uma coisa ela estraga. Hoje em dia as pessoas mexem tanto em si mesmas para ficarem diferentes e acabam por ficarem todas iguais. Mas eu sei que quem gosta de música de boa qualidade e curte dar uns truques na culinária não é barrado em lugar algum. Vai lá, passa um perfume e vem comigo para mais um Gourmet da MPB.

O homem show, Eduardo Dusek, carioca, pianista, ator, cantor e compositor brasileiro, é marcante por sua veia satírica, sua qualidade musical e seu poder de comunicação, um artista que diverte e seduz qualquer plateia. A irreverência ganhou força na cena brasileira em 1978. Foi quando Eduardo Dusek começou a ter composições como “Vesúvio”, “Seu Tipo” e “Folia no Matagal” gravadas por artistas importantes, entre eles As Frenéticas, Ney Matogrosso e Maria Alcina.

A primeira música que Eduardo Dussek compôs, entre sete para oito anos chamava-se "A Baianinha e a Lua" e foi feita após ouvir alguns sambas e marchas do repertório de Carmen Miranda, numa visita que fez ao Museu da Imagem e do Som. Em 1980, Eduardo Dusek participou do festival MPB Shell, da Rede Globo, cantando apenas de cueca a debochada canção "Nostradamus", que não se classificou, mas ficou conhecida pelo público. Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop-rock, no LP "Cantando no Banheiro!, com "Barrados no Baile" (com Luís Carlos Góis), "Cabelos Negros" (Com Luiz Antonio de Cássio) e "Rock da Cachorra" (Léo Jaime). Notabilizou-se com o LP "Brega-chique", cuja faixa-título, mais conhecida como "Doméstica", fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época.



Em 1986 lançou "Dusek na sua", com "Aventura" e com "Eu Velejava em Você", uma das mais tocantes músicas da MPB, depois regravada por Zizi Possi. Em 1989 voltou à cena com o musical "Loja de Horrores", em que atuava no papel de dentista. Nos anos 90, afastado da função de cantor, interpretou a personagem do Capitão-Mor Gonçalo na novela "Xica da Silva", da extinta Rede Manchete, emissora esta que comecei minha carreira como radialista e sinto uma imensa saudade dela! Atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor. Esteve no filme "Os Penetras" de 2012, longa que tem Eduardo Sterblitch e Marcelo Adnet encabeçando o elenco. Atualmente sofre do mal de Parkinson, como pode ser visto no programa do Danilo Gentili, onde fora entrevistado recentemente. Ouça agora com bastante alegria e sofisticação, Barrados no Baile, grande sucesso de Dusek. Fonte: Jornal Movimento.

24 de agosto de 2013

Linda Ronstadt revela que sofre de Parkinson e não volta a cantar


24.08.2013 - A cantora norte-americana Linda Ronstadt afirmou este sábado que sofre da doença de Parkinson e não poderá voltar "a cantar uma única nota".

O diagnóstico da doença foi conhecido há oito meses, datando de há oito anos os primeiros sintomas, escreve a cantora de 67 anos, no blog da associação norte-americana das pessoas idosas, citado pela AFP.

"Ninguém pode cantar com Parkinson, faça os esforços que fizer", escreve a cantora.

A cantora tornou-se célebre na década de 1970 com canções como "It's so easy" e "That'll be the day", e foi distinguida com 11 prémios Grammy.

No blog, a cantora dá conta como reconheceu a doença que inicialmente julgava que era algo relacionado com os músculos ou de foro neurológico, apesar notar que tinha "alguns tiques", escreveu.

"E então pensei que seria da via neurológica, estava a sofrer já há sete ou oito anos, reconheci os sintomas, mas depois fiz um operação às costas e pensei que era devido a tal que as minhas mãos tremiam", acrescentou.

Cantora de temas rock e country-rock, Ronstadt gravou também "rancheras" mexicanas. Segundo a AFP, na década de 1970 foi uma das cantoras mais bem pagas da música rock.

Linda Ronstadt fez mais de 40 álbuns e colaborou com vários artistas, nomeadamente, Emmylou Harris, Dolly Parton, The Eagles, James Taylor, Neil Young e Elvis Costello. Fonte: Jornal de Notícias.pt.

Linda Maria Ronstadt é uma cantora americana de cuja variedade de gêneros cantados pela sua voz lhe rendeu uma série de premiações e reconhecimento. Wikipédia
Nascimento: 15 de julho de 1946 (67 anos), Tucson, Arizona, Estados Unidos
Altura: 1,58 m. Diagnóstico 2013.

5 de março de 2012

Muere creador artístico de `Star Wars`

El artista Ralph McQuarrie, el autor conceptual de los diseños y la ambientación de la saga `Star Wars`, ha fallecido a los 82 años, según informó su página web
4/Mar/12 - "Creaste tantas maravillas que siempre estarás en nuestros corazones. Te echaremos de menos, Ralph, pero estarás para siempre en la estrella más brillante de nuestra galaxia", rezaba el encabezado de su página oficial, que fue publicado tras su muerte, el sábado.

La página no especifica la causa de la muerte pero el artista padecía la enfermedad de Parkinson y había dejado de dibujar, si bien sus bocetos son conocidos en todo el mundo. (...)

McQuarrie también ayudó a crear el concepto artístico de películas como "E.T" y "Volver al Futuro", entre muchas otras. (segue...) Fonte: Info7.mx. Em português aqui => Midiamax e/ou Globo G1.

24 de janeiro de 2012

Voz do robô de 'Perdidos no espaço' silencia

24/01/12 - RIO – “Perigo, perigo, Will Robinson.” Quem cresceu nos anos 60 e 70 reconhece imediatamente essa frase, repetida pelo personagem “robô” em todos os episódios do seriado de ficção científica “Perdidos no espaço”, exibido nos EUA entre 1965 e 1968 e exaustivamente reprisado desde então. Dono da voz original, o ator americano Dick Tufeld morreu em um hospital de Los Angeles, aos 85 anos. Seu parceiro no robô, Bob May, responsável pelos movimentos do personagem, havia morrido há três anos, em janeiro de 2009.

A notícia da morte de Tufeld foi dada por seu colega de elenco Bill Mummy (que interpretava exatamente o menino Will Robinson) em sua página no Facebook. Segundo o site de celebridades TMZ, o ator, que sobrevivera a um câncer, sofria do mal de Parkinson. Em sua página, Mummy disse que Tufeld morreu em paz e “se reuniu a sua esposa”, que morrera há alguns anos. (segue...) Fonte: Extra G1.

12 de dezembro de 2011

Mario de Miranda - cartunista indiano

Centro de Tratamento da Insônia - "Estamos contando ovelhas".




Dec 12 2011 - Mario de Miranda, cartunista e ilustrador indiano, do estado de Goa, falece aos 85 anos, com parkinson. Fonte: Indian Express.
Cartoon "tudo a ver" com a doença!

3 de outubro de 2011

Peanuts

02 de outubro de 2011 - Foi num dia 2 de outubro, há 61 anos, que estreou na imprensa americana um dos quadrinhos mais famosos do século 20: Peanuts _ ou Minduim, na versão brasileira. O nome não é mais famoso do que o dos personagens da HQ: Charlie Brown, seu cãozinho Snoopy e sua turminha, que incluía Linus e Lucy. (...)


O criador da série, o americano Charles Schulz, teve câncer e sofria de Mal de Parkinson, o que prejudicou seu trabalho nos anos finais. Ele morreu em 12 de fevereiro de 2000, e sua última tira de Peanuts foi publicada no dia seguinte. (segue...) Fonte: Clic RBS.

8 de julho de 2011

TAPA NA PANTERA

Maria Alice Monteiro de Campos Vergueiro está em Fpolis e apresenta no TAc a peça "Três Velhas". Imperdível!

O video Tapa na Pantera de Maria Alice disponibilizado por alguém no You Tube tinha 4.653.830 acessos quando o abri esta manhã.

Maria Alice tem DP e assume a doença publicamente.
http://www.youtube.com/watch?v=6rMloiFmSbw&feature=related

22 de junho de 2011

El drama del artista / Javier Lombardo y su drama por el mal de Parkinson: “Hasta pensé en matarme”
El actor habló sobre el difícil momento que le tocó vivir cuando le detectaron la enfermedad y cuenta cómo salió adelante.

Martes 21 de Junio de 2011 - Javier Lombardo, actor de la película Historias mínimas y que en televisión se destacó en ficciones como Padre Coraje, la tira que protagonizó Facundo Arana por El Trece, contó su drama en el programa Radio Taxi de Continental: hace tres años le detectaron mal de Parkinson y en ese momento pensó en la muerte.


“Cuando me dijeron que tenía Parkinson me quise morir. Me agarró una depresión grave. Cuando te diagnostican una enfermedad uno se deprime, cree que se le acabó el mundo y que se va a morir al otro día. Pensé en matarme en algún lado, después pensé en mis hijos, lo bueno que tenía y me di cuenta que era absurdo”, relató Lombardo.

“Tras haberme leído una biblioteca entera, tenía muchas cosas adentro. Llamé a un amigo, escribimos un guión, lo presentamos al Incaa y nos dieron el subsidio. Ahora nos tenemos que poner a trabajar, hacer la película que se llama La enfermedad: faro del alma. Allí buscamos encontrar las respuestas de los porqués y para qué nos enfrentamos”, contó Javier sobre su presente, bastante distinto al que afrontó hace tan sólo tres años. Fonte: Ciudad.ar.
Histórias mínimas é um lindo filme. Está ao dispor na Internet, na íntegra, no formato .avi, no The Pirate Bay.

30 de maio de 2011

Morre o ator Newton Martins

30 de maio de 2011 | Morreu ontem, no Rio de Janeiro, o ator Newton Martins. Aos 75 anos, Martins estava internado há 15 dias no hospital Rio de Janeiro, em Vila Valqueire, zona oeste da cidade. Sua morte teria sido causada por uma falência múltipla de órgãos. Segundo a família, o ator sofria do Mal de Parkinson há seis anos. Há duas semanas teria adquirido uma pneumonia, o que agravou ainda mais seu estado de saúde. Em seu último papel na televisão, Martins interpretou o personagem Olegário Maciel, na minissérie JK. Antes, participou de novelas como Despedida de Solteiro, Sonho Meu. Também esteve em produções clássicas da Globo, como Selva de Pedra e Escrava Isaura. Fonte: O Estado de S.Paulo.

28 de maio de 2011

Michael J. Fox, ator de "Regresso ao Futuro", recebe a mais alta distinção do Canadá
Toronto, 28 mai (Lusa) - O ator canadiano Michael J. Fox, que protagoniza a série de filmes "Regresso ao Futuro", exibidos também em Portugal, recebeu a Ordem do Canadá, a mais alta condecoração do país, num reconhecimento pela luta contra a doença de Parkinson.

Toronto, 28 mai (Lusa) - O ator canadiano Michael J. Fox, que protagoniza a série de filmes "Regresso ao Futuro", exibidos também em Portugal, recebeu a Ordem do Canadá, a mais alta condecoração do país, num reconhecimento pela luta contra a doença de Parkinson.

A condecoração foi entregue na sexta-feira, numa cerimónia em Otava.

Michael J. Fox, que sofre de Parkinson desde o início da década 90, foi nomeado Oficial da Ordem do Canadá juntamente com mais 13 pessoas.

O ator, de 49 anos, criou há vários anos a Fundação Michael J. Fox para a Investigação da Doença de Parkinson.

Fox, que emigrou para os Estados Unidos para prosseguir com a sua carreira artística, também participou na série cómica "Quem sai aos Seus", exibida na televisão portuguesa, e pela qual ganhou um Globo de Ouro e três prémios Emmy.

A doença de Parkinson é uma perturbação degenerativa e lentamente progressiva do sistema nervoso que se caracteriza por tremor em repouso, lentidão na iniciação de movimentos e rigidez muscular. Fonte: Sic Noticias.pt. Veja também no Folha de S.Paulo.

15 de maio de 2011

Close Up Clásico: Michael J. Fox
15 de mayo de 2011 - Hay muchos casos en Hollywood donde un personaje exitoso suele eclipsar a un actor, pero lo que sucedió con Michael J. Fox fue algo más que especial, ya que tuvo la oportunidad de hacer una carrera actoral interesante hasta que llegó Marty McFly, el adolescente por excelencia de los 80, en la legendaria trilogía de “Volver al futuro”, con la que se alzó hasta las nubes, pero una enfermedad estuvo a punto de eclipsar sus sueños, sin conseguirlo.

Este carismático actor nació en Edmonton, Canadá, el 9 de junio de 1961, hijo de una empleada administrativa y un miembro de las Fuerzas Canadienses. Uno de sus primeros trabajos en el medio fue la serie de TV de su país “Leo and Me” en 1976, y tres años después, se mudó a Los Ángeles para probar suerte en el difícil mundo de la actuación, haciendo su debut oficial en el telefilme “Letters From Frank”. (segue todo o currículo de MJF...) Fonte: Filme Web.mx.

9 de maio de 2011

Publicada na internet terceira parte de catálago com obras de Salvador Dalí
Acervo disponível online incorpora 136 novas telas atribuídas ao pintor catalão entre 1940 e 1951
09 de maio de 2011 | Figueres (Girona, España) - A Fundação Gala - Salvador Dalí, apresentou nesta segunda-feira, 9, a terceira parte do catálogo on-line da obra do artista, que corresponde ao período de 1940 a 1951 e incorpora 136 novas obras atribuídas ao pintor catalão.

O catálogo, que reúne atualmente 605 obras de Dalí, é uma ferramenta para o estabelecimento definitivo do corpo da obra pictórica do artista desde 1910, ano em que iniciou a carreira, até 1983, quando deixou de pintar por conta do mal de Parkinson e da perda de sua amada, Gala Dalí. (...)

Para acessar o Catálogo Raonat, com toda a obra de Salvador Dalí até os anos 50 clique aqui. Fonte: O Estado de S.Paulo.

28 de abril de 2011

Autor de 'Calvin e Haroldo' cria arte inédita após 16 anos


27/04/2011 - Bill Watterson, o criador de "Calvin e Haroldo", não publica uma tirinha nova desde 1995. O cartunista, porém, resolveu botar um ponto final nesse hiato de 16 anos e arregaçar as mangas por uma boa causa.

Watterson pintou uma tela para doar ao Team Cul de Sac, projeto de outro cartunista, Richard Thompson, que tem como objetivo arrecadar grana para pesquisas sobre o mal de Parkinson. Thompson, inclusive, é portador da doença. (segue...) Fonte: Folha de São Paulo.

13 de janeiro de 2011

'Pensar sobre a morte não assusta', diz Paulo José 

Em entrevista à revista 'Contigo', ator e diretor falou da sua luta contra o mal de Parkinson.

12/01/11 - Em entrevista à revista "Contigo", o ator e diretor Paulo José revelou não temer a morte. “Pensar sobre a morte não assusta. Ao contrário, me obriga a ser produtivo”, afirmou ele, aos 73 anos.

Lutando há 17 anos contra o mal de Parkinson, ele falou sobre a doença e a experiência de dirigir as filhas, Bel, 40 anos, e Ana Kutner, 39, na peça Histórias de Amor Líquido. "Não desperdiço mais um dia. Tento estar inteiro, me entregar ao que faço, pois, nada pode ser à toa nesta vida.”

O espetáculo, baseado no livro Amor Líquido, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, volta a cartaz no dia 11, no Teatro Poeira, em Botafogo, no Rio de Janeiro, e aborda a fragilidade dos laços humanos. Fonte: Ego Globo.com.

31 de agosto de 2008

Morre o poeta Alphonsus de Guimaraens Filho
Sábado, 30/08/2008 - A poesia brasileira perdeu um de seus maiores sonetista. Morreu, aos 90 anos, o escritor mineiro Alphonsus de Guimaraens Filho. Ele estava internado com pneumonia e Mal de Parkinson. Fonte: G1.