12 de dezembro de 2016

História: Filmagens antigas comprovam que Hitler sofria de Parkinson

11/12/2016 - O vídeo é em inglês. Nas imagens é possível perceber o tremor em uma das mãos. Ou a mão sempre no bolso para disfarçar a doença que começou a aparecer 4 anos antes de sua morte, ao final da guerra. Fonte: JWS.

4 de dezembro de 2016

ENTREVISTA - DOMINGOS OLIVEIRA: “O PARKINSON NÃO MATA, MAS SACANEIA”

Aos 80 anos, o diretor Domingos Oliveira dribla as artimanhas do Parkinson – doença com a qual convive desde 2002 – para manter-se imerso em seu mar de criação
Domingos Oliveira (Foto: Domingos Oliveira)
03/12/2016 - Às voltas com o lançamento de BR 716, premiado no último Festival de Gramado, o diretor Domingos Oliveira dribla as artimanhas do Parkinson – doença com a qual convive desde 2002 – para manter-se imerso em seu mar de criação. A trajetória no cinema, desdobrada em mais de 50 anos de carreira, está espalhada por sua casa no Rio, com cartazes de seus filmes pendurados nas paredes. É ali, onde mora com a mulher, a atriz Priscilla Rozenbaum, que ele se dedica a criar novas personagens e histórias. Não cogita parar. Aos 80, o pai da atriz e escritora Maria Mariana demonstra nesta entrevista um admirável apego à vida, discorrendo sobre afetos, sexo, velhice e arte.

Você fez 80 anos recentemente. É verdade que sua festa durou três dias?
Eu adoro dançar, mas minhas pernas não estão na melhor forma. Mesmo assim quis dançar uma música de cada ano que vivi. Comecei a montar a lista com sucessos, o que acabou se tornando interessantíssimo. Depois notei que uma música por ano era pouco. Passei para duas, quem sabe três. Deu nove horas. Para dançar tudo, só dividindo em três dias. Foi o que fiz. Sou bom de festa.

Esse aniversário gerou reflexões diferentes dos outros?
Oitenta está mais pesado. Eu mesmo ouço a palavra e fico preocupado. É muita idade. Me pergunto: “Como cheguei aqui, foi tão rápido?” A vida não é rápida, é rapidíssima.

Em BR 716, Felipe (Caio Blat) diz: “Não é a gente que passa pelo tempo, é o tempo que passa pela gente”. É sua sensação também?
Dentro de mim, meu sentimento é o de ser um jovem cineasta. Tenho uns 35 anos. A cabeça melhora com o tempo. Nunca estive tão inteligente e sagaz, mas o corpo vai para o beleléu. E não dá para comprar outro...

Como lida com isso?
Não lido, fico triste. Uso minha filosofia para achar que isso é da vida. Não acredito na vida eterna, embora não a negue... Seria uma burrice negar. Mas a filosofia vale mais que qualquer outra reflexão. Acho que foi Platão quem escreveu: “Se não houver nada depois dessa vida, a morte será um merecido descanso”. Isso é tão interessante.

Qual sua relação com religião?
Sou místico, tenho noção muito clara do mistério da vida. Acredito em Deus como elemento poético. É a ideia mais inspiradora que o homem teve. Conheço Deus, mas Ele não sabe de mim. Qualquer coisa que aconteça comigo, a responsabilidade é minha. Não passo a culpa para ninguém. Também não tenho vontade de ter guru ou santo. Ninguém pode ajudar realmente nesse campo existencial. Na vida, claro, precisamos da ajuda dos amigos e da família. Isso se chama amor.

Aos 75 anos, você disse pensar em sexo o tempo todo. Como é aos 80?
Nunca pensei em sexo o tempo inteiro. Aliás, me levantava das camas mais deliciosas e dizia: “Meu amor, me dá licença que preciso trabalhar”. Mas o sexo está no fundo de cada sentimento. Ainda vão descobrir que as forças que unem os átomos são de ordem sexual.

Sua relação com as mulheres mudou muito ao longo dos anos?
É exatamente da mesma forma, com muito encantamento e respeito pela inteligência feminina. As mulheres são mais inteligentes que os homens e não digo isso para agradá-las. Prefiro uma roda de mulheres, gosto do jeito de pensar delas.

A doença de Parkinson interfere na sua criação?
Parkinson não mata, mas sacaneia. Dá sensação de cansaço, como se estivesse gripado o dia inteiro. Às vezes me sinto exausto e trabalho menos. Mas normalmente trabalho seis horas por dia. Tenho três secretárias que me ajudam. Dito tudo para elas. Demorei a me acostumar, mas estou fazendo isso cada vez melhor. Trabalho em busca da beleza e da poesia, coisas que engrandeçam a alma. Platão dizia que a melhor coisa da vida é saber que você tem uma alma. A segunda, que você pode melhorá-la.

A maioria de seus filmes traz muitas referências da sua vida. Ela é mesmo sua principal fonte de inspiração?
Sem dúvida. As histórias imaginadas são muito fajutas. Aquilo que não é baseado numa vivência minha, em alguém que conheci ou imaginei conhecer, parece não ter sustentação. Meus filmes são todos iguais e não são, porque as pessoas são diferentes. Essa é a riqueza da vida.

“Me arrependo de tudo que fiz. Se pudesse faria tudo de novo, mas muito melhor
Revisitar suas histórias o ajudou a se entender?
À medida que o escritor vai se desenvolvendo, o objetivo dele muda: atinge
a memória e depois ultrapassa a memória. Ele cria um curto-circuito entre ele e a consciência. Quero escrever sobre coisas que não entendo. O inconsciente ensina coisas muito mais ricas que o raciocínio. Tem acontecido cada vez mais comigo, sou consumido pelos personagens. Planejo tudo direitinho, mas na hora de filmar não é nada daquilo.

Conseguiu escrever e dirigir tudo que quis?
Fiz o que pude. Tenho dez roteiros de longas, duas séries para televisão prontas. Queria mesmo desenvolver um aplicativo que pudesse traduzir as minhas ideias. Penso sempre coisas geniais, mas não consigo colocá-las no papel porque as esqueço. Tenho vontade de escrever um livro póstumo com tudo que tenho guardado.

Pensa na morte?
A vida é um dom irresistível, estupidamente belo, e que você não pediu, mas te dão de presente. De repente, você está na melhor fase, e ela tira isso de você. A natureza é safada. Morrer é triste. Quem diz que não liga ou não tem medo de morrer está mentindo. A vida é boa demais. Queria ficar aqui mais 500 anos. Não sei quanto tempo tenho, mas vai dar trabalho me tirar daqui.

Você se arrepende de alguma coisa?
Me arrependo de tudo que fiz. Se pudesse, faria tudo de novo, as mesmas coisas, mas muito melhor.

Considera-se um homem feminino?
Gosto de me imaginar assim. Se me dizem isso, fico contente. Gay eu nunca consegui ser. Não tenho vocação. Fonte: Revista Quem.

7 de novembro de 2016

Janet Reno morre aos 78


Primeira mulher procuradora-geral dos EUA morre - com Clinton e Lewinsky entre seus momentos polêmicos
Janet Reno, que morreu aos 78 anos de Parkinson, supervisionou o inquérito de reivindicação de sexo em torno de seu chefe Bill Clinton.

November 7, 2016 - A primeira procuradora-geral dos Estados Unidos, Janet Reno, morreu de complicações da doença de Parkinson aos 78 anos.

Reno liderou o Departamento de Justiça sob Bill Clinton por oito anos de 1993 a 2001, o segundo mandato mais longo nessa posição.

Pouco depois de começar o trabalho, ela supervisionou em parte o polêmico ataque do FBI contra o complexo do líder do culto, David Koresh, em Waco, Texas, onde 80 de seus seguidores morreram após um impasse de 51 dias.

A afilhada de Reno, Gabrielle D'Alemberte, disse à Associated Press sobre sua morte. Ela disse que Reno morreu em casa em Miami cercada por familiares e amigos.

Reno foi uma das duas mulheres que, sob o governo Clinton, alcançou algumas das posições mais poderosas do país. Madeleine Albright tornou-se a primeira secretária de Estado em 1997.

Depois de terminar a Harvard Law School em 1963, Reno assumiu uma série de posições jurídicas do governo na Flórida, antes de ser nomeada procuradora do estado para o Condado de Dade, em 1978. Ela ocupou essa posição até 1993, quando ela foi aproveitada para o topo da hierarquia da justiça.

Durante seu tempo como um advogada de estado que ela processou uma série de casos de alto perfil e condenou abusadores de crianças. A série investigativa PBS Frontline disse que ela estava em uma "cruzada".

Como procuradora geral, ela tomou várias decisões controversas. Ela irritou a comunidade cubano-americana em seu estado natal quando oficiais armados do FBI capturaram Elian Gonzales, de cinco anos, que mal sobreviveu a uma travessia de barco da Cuba comunista que matou sua mãe. Reno retornou o menino a seu pai em Cuba.

Ela foi diagnosticada com Parkinson em 1995 e anunciou-o em uma conferência de imprensa, onde ela disse que iria continuar a fazer o seu trabalho sem problemas. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: IB Times.

30 de outubro de 2016

Aos 82, Maria Alice Vergueiro assume o Parkinson no palco e dirige peças

30/10/2016 - A memória da atriz e diretora Maria Alice Vergueiro não tem hora certa para fazer hora. O Parkinson foi diagnosticado há mais de 15 anos. Mas foi na temporada de "As Três Velhas" (2010) que ela expôs a público a presença inequívoca de um dos sintomas, interrompendo, em 2014, uma sessão da peça ao perceber que não lembraria uma palavra sequer do texto, assinado pelo chileno Alejandro Jodorowsky.

Não é um estado permanente, suas lembranças vão e voltam como se à mercê de uma maré. Quando recebeu a Serafina, no início de outubro, em seu apartamento em Higienópolis, a atriz estava com a memória afiadíssima, o que possibilitou recordar-se inclusive da sensação de esquecer o texto em cena. "Sinto pavor", diz. "Mas ainda tenho a possibilidade de dar uma entrevista como esta. E de falar. E de pensar sobre o que estou falando. Isso é uma dádiva."

Para a estrela do vídeo "Tapa na Pantera", tornou-se nítido que a memória não é um caminho de retorno ao passado. "É um caminho pra frente em que você tem de restaurar o que ficou para trás", explica. Além da carreira no teatro -passando pela formação do Ornitorrinco, os palcos de Zé Celso, Gerald Thomas, Augusto Boal e, mais recentemente, a criação do Pândega, grupo que fará dez anos em 2017-, Maria Alice foi pedagoga. Ensinou artes e teatro em escolas e na USP.

Aos 82 anos, intui a proximidade da morte, levando os movimentos quebrados do Parkinson para a cena, espécie de butô, o estilo japonês do pós-Guerra que reverencia os mortos. Em "Why the Horse?" (2015), ainda em turnê, Maria Alice encena o próprio velório, cercada de lápides com os nomes dos artistas mortos que abasteceram seu repertório e formação.

A peça inclui um momento em que ela se deita no caixão. "Embora eu esteja com esse tremor, faço de tudo para não dar bandeira, para não ficar muito... muito viva, digamos assim", brinca.

DOENÇA NO TABLADO

O documentário "Górgona", que será exibido no dia 31 de outubro na Mostra Internacional de Cinema de SP, registra o início dessa fase em que a atriz começa a compreender que a velhice não lhe tiraria de cena, pelo contrário, traria a possibilidade de outras identidades.

Com direção de Fábio Furtado e Pedro Jezler, o filme costura bastidores dos cinco anos de temporada de "As Três Velhas". Sem entrevistas, apenas a lente aberta, permite observar a vida no camarim e momentos bastante íntimos compartilhados com os atores Luciano Chirolli e Pascoal da Conceição.

Com o fim da temporada de "As Três Velhas", Maria Alice cogitou a interrupção da carreira de intérprete. Mas ela foi convencida de que havia uma possibilidade performática inclusive na evolução da doença. "Decidimos assumir [o problema da memória]", conta Furtado, que assina a dramaturgia da peça. Em "Why the Horse", os companheiros de cena de Maria Alice passam soprando para ela o texto, à vista do público. Antes, era a atriz Carolina Splendore, integrante do Pândega, quem fazia o ponto eletrônico. Splendore diz que sabe o momento em que Maria Alice precisa de ajuda, "por um olhar dela, ou um movimento de mão."

Na sala de sua casa, um apartamento herdado da mãe, Maria Alice também se cerca de objetos e fotografias que sopram lembranças de uma vida inteira. A imagem de Samuel Beckett, no centro de uma parede, se avizinha a retratos dos netos, da bisavó, de um pôster de "Mãe Coragem e Seus Filhos", que estrelou em 2002. Instada a contar a história de um objeto, a atriz aponta a poltrona em que o pai morreu quando ela tinha 21 anos e estava grávida de seu primeiro filho.

TARÔ DA VIDA

Em 2007, quando Jodorowsky tirou o tarô para Maria Alice Vergueiro em uma sessão pública, a análise do dramaturgo apontou a influência "fortíssima" de um poder místico e também a presença de um arquétipo masculino determinante na sua vida. Diante da plateia, ela foi questionada sobre seu pai.

Ao microfone, contou que a morte dele foi um ponto de virada na própria trajetória de artista. "Durante muito tempo procurei aquela energia em outros homens, até que percebi que a energia estava em mim. Comecei a compreender meu pai como ser humano, não mais como um deus. Neste momento, eu me aquietei, porque vi como é interessante não ser um mito."

Cacá Rosset, com quem Maria Alice fundou o teatro do Ornitorrinco, diz que ela tem "um descaralhamento". Neologismo enigmático, talvez diga respeito a algo mais profundo do que falta de pudor, ou o oposto da castração.

A trajetória da atriz inclui uma transição, digamos, performática, do ensino para o teatro. Em 1974, uma comissão de sindicância foi aberta na USP para apurar um espetáculo em que Maria Alice era "enrabada" por Rosset (palavras do ator) enquanto gritava "Tudo pelo teatro brasileiro". Ela foi afastada.

Rosset tem a tese de que a expulsão de Maria Alice fez com que ela passasse a se dedicar mais à vida de artista. Ela diz que a morte do pai e a separação do marido libertaram-na do bom-comportamento de uma família quatrocentona. Naquela mesma década de 1970, traficou 4.000 ácidos da Califórnia, e vendeu todo o lote para pagar aluguéis do Teatro Oficina. Maria Alice associa o uso do LSD e de outras drogas com um momento em que a loucura era deslocada de seu velho lugar nos livros de medicina. Cita o neurologista Oliver Sacks, o antropólogo Carlos Castañeda e defende que uma percepção mais ampla seja levada para os momentos de sobriedade.

Não tem medo de fazer críticas a colegas, diz que se desinteressou por trabalhar com Zé Celso já nos anos 1970 e que não via o Ornitorrinco exatamente como uma companhia, mas sim como um teatro administrado por Rosset.

Ela lamenta não ter reclamado na época pelo fato de que não podia, por exemplo, ter acesso às finanças do grupo. Hoje, defende no Pândega uma participação igualitária. Do que ela teria medo? A resposta volta a ser da morte, dos "bichinhos" que vão comer sua carne. "Por mais que te cremem, ou que você tenha a oportunidade de viver na escuridão total", diz, "fico pensando: vai que, de repente, você sente falta de ar... Sei que é um absurdo pensar nisso, pois já estarei em decomposição...".

Segue um silêncio, e Maria Alice conclui sem meias palavras: "É uma merda".

Com as mãos tremendo no colo -as unhas pintadas com esmalte preto-, ela ri. Ri não... ela gargalha. Fonte: Folha de S,Paulo.

13 de setembro de 2016

Estado de saúde de Hillary domina noticiários norte-americanos

Em entrevista à CNN na segunda-feira à noite, candidata democrata afirmou que não imaginava que a doença tivesse "essa importância toda"

13/09/2016 - A dois meses das eleições para presidente dos Estados Unidos, a doença da candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, vem dominando a campanha eleitoral. Os noticiários da TV norte-americana fazem indagações sobre a capacidade de a candidata voltar a exibir, no período que resta de campanha, o mesmo ritmo de trabalho de antes e mostram a cada meia hora as imagens de Hillary saindo de forma inesperada antes do término de um evento domingo passado, em Nova York, em homenagem às vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001.

As imagens exibem o momento em que a candidata se desequilibra e só não cai porque é amparada por seguranças. Não só a imprensa dos Estados Unidos, mas alguns representantes do próprio Partido Democrata vêm criticando a forma como o comitê de divulgação da campanha de Hillary Clinton demorou para divulgar informações antes e depois de uma médica particular emitir comunicado tornando público que a candidata foi diagnosticada com pneumonia.

Os jornais mencionam que o comitê atrasou mais de dois dias para levar à imprensa a informação sobre a doença. Quando decidiu tornar pública a informação, o comitê deixou de explicar detalhes importantes, o que só contribuiu para aumentar as especulações — se algo sobre a doença que ainda não foi divulgado.

Ao comentar as especulações, a campanha de Hillary reconheceu que falhou ao divulgar a informação sobre a pneumonia. Dirigindo-se a alguns representantes do Partido Democrata, que disseram estar decepcionados com a falta de transparência nos relatos sobre a saúde da candidata, a diretora de Comunicações da campanha, Jennifer Palmieri, admitiu que o trabalho da comunicação "poderia ter sido melhor".

Na segunda-feira à noite, ao conversar por telefone com o jornalista Anderson Cooper, da CNN, que questionou porque o comitê da campanha não divulgou logo que a candidata estava com pneumonia, Hillary Clinton respondeu que não imaginava que a doença tivesse "essa importância toda". Pelo Twitter, ela enviou mensagem de agradecimento a todas as pessoas que enviaram votos de pronta recuperação.

A mensagem diz: "Como todas as pessoas que ficam em casa, longe do trabalho, estou ansiosa para voltar. Verei vocês prontamente na caminhada".

Em entrevista ao programa Monday Night, da TV pública PBS, o ex-presidente Bill Clinton, marido de Hillary, procurou diminuir as especulações sobre a possibilidade de a campanha do Partido Democrata não estar sendo transparente sobre o estado de saúde da candidata.

— Não há mais nada que não tenha sido dito — afirmou Clinton.

Donald Trump

O candidato do Partido Republicano, Donald Trump, está aproveitando a ausência temporária de Hillary Clinton na campanha para reforçar seu programa eleitoral. Embora nas últimas semanas Trump tenha feito alusões à falta de condições estáveis de saúde para que Hillary possa governar o país, ele se absteve de fazer qualquer comentário a respeito do assunto depois que foi tornado público que a candidata do Partido Democrata estava com pneumonia.

A campanha de Donald Trump, porém, quer mais. Pretende ocupar o espaço deixado provisoriamente por Hillary Clinton para tentar apagar a péssima imagem que tem em setores do eleitorado feminino e também entre negros e latinos.

Segundo pesquisa publicada pela rede de TV ABC News, e pelo jornal Washington Post, Hillary Clinton tem vantagem de cinco pontos percentuais em relação ao candidato republicano entre mulheres e minorias. Fonte: Zero Hora.

11 de setembro de 2016

doença de Parkinson: Afinal, Hillary Clinton tem parkinson ou não?

doença de Parkinson: Afinal, Hillary Clinton tem parkinson ou não?: Fazendo busca no youtube , pululam notícias de que Hillary Clinton  tem parkinson. Eu pergunto: Até que ponto isto prejudicaria seu mandato ...

Hillary Clinton passa mal e deixa a cerimônia do 11 de setembro em NY

Saúde da ex-secretária de Estado já foi questionada pelo rival Donald Trump

11/09/2016 | A candidata democrata à Casa Branca Hillary Clinton abandonou mais cedo a cerimônia de recordação dos atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York neste domingo depois de sofrer um mal-estar, informou sua equipe de campanha.

— Durante a cerimônia, ela passou mal com o calor e seguiu para o apartamento de sua filha (Chelsea). Já está se sentindo muito melhor — afirma um comunicado divulgado por sua equipe. — A secretária Clinton compareceu à cerimônia de recordação do 11 de setembro por uma hora e 30 minutos esta manhã para prestar seu respeito e condolências às famílias das vítimas — completa a nota.

O incidente pode ter consequências na disputa presidencial dos Estados Unidos, com o rival republicano Donald Trump insistindo que a ex-secretária de Estado, de 68 anos, não é apta por temperamento nem por saúde para o cargo de presidente.

O canal Fox News afirmou, ao citar uma fonte policial, que Hillary teve um "episódio médico" quando entrava no veículo que a retirou do Marco Zero.

Trump também compareceu ao ato, mas os dois candidatos não estão em campanha neste domingo. Fonte: Clic RBS.

9 de setembro de 2016

Relíquias de Muhammad Ali vão a leilão nos Estados Unidos

Cinturão de campeão mundial de 1974 deverá ser vendido por R$ 1,9 milhão

09 Setembro 2016 | O cinturão de campeão mundial de boxe de 1974 e uma carta escrita à mão sobre sua conversão ao Islã estão entre os itens de Muhammad Ali que serão leiloados neste sábado, em Dallas, nos Estados Unidos. A lista com dezenas de itens inclui ainda o calção usado por Ali na vitória sobre George Foreman no Zaire, em 1974 e as luvas usadas por Sonny Liston quando ele perdeu o título para Ali em 1964.

O leilão será promovido pela Heritage Auctions. A maioria dos itens vieram de colecionadores, e não da família de Ali. O item mais caro é o cinturão de 1974. A Heritage Auctions espera arrecadar com o cinturão do Conselho Mundial de Boxe cerca de US$ 600 mil (R$ 1,9 milhão).

Outro item bem avaliado entre os colecionadores é a carta de 1964 enviada por Ali à revista Life, na qual ele fala sobre sua conversão ao Islã. Em 18 de fevereiro de 1964, o ex-boxeador deu uma entrevista à Life anunciando que estava mudando seu nome de Cassius Clay para Muhammad Ali.

Os editores estavam preocupados de que ele iria negar a entrevista depois da publicação da revista e, então, Ali assinou uma declaração na qual dizia claramente que ele estava mudando seu nome. O documento deverá render US$ 100 mil (R$ 320 mil), mesmo valor de um roupão usado por Ali em uma luta contra Ken Norton, em 1976.


Muhammad Ali morreu aos 74 anos em 3 de junho deste ano, em decorrência de complicações respiratórias depois de 32 anos de batalha contra a doença de Parkinson. É considerado um dos maiores atletas de todos os tempos e, além das vitórias nos ringues, se destacou pela postura política, pouco comum em atletas de grande expressão. Fonte: O Estado de S.Paulo.

6 de setembro de 2016

O legado feminista de Sonia Rykiel

A estilista francesa, que morreu na última quinta, marcou a moda e o modo de vestir das mulheres ao reinventar o tricô
Foto: Jean-Christophe Kahn|Divulgação
Passarela. A estilista Sonia Rykiel viveu seu apogeu entre as décadas de 1970 e 1980

29 Agosto 2016 | O ano é 1968. Estudantes e trabalhadores tomam as ruas de Paris contra o abuso policial e o governo de Charles de Gaulle. A participação das mulheres é intensa e o movimento feminista, latente. Neste contexto, a estilista francesa Sonia Rykiel abre sua primeira loja na rue de Grenelle, na Rive Gauche, com uma proposta um tanto quanto incomum para a época: seu foco eram as peças de tricô, transformadas em elementos de moda por meio de modelagem minimalistas, tramas inovadoras e padronagens coloridas.
“Antes considerados menores, o tricô e a malha ganharam sofisticação pelas mãos de Sonia”, afirma o jornalista Mario Mendes. “Na esteira de Vionnet e Chanel, ela propôs a volta do conforto para as mulheres em um momento importante da história.” Morta na última quinta-feira, aos 86 anos, Sonia viveu seu auge profissional na década de 1970.

O período anterior havia sido marcado pelas roupas estruturadas de pegada futurista, eternizadas por Pierre Cardin e Courrèges. A languidez das peças de tricô, próximas ao corpo e sensuais de Sonia Rykiel aparecem, então, como um contraponto bem-vindo, logo adotado por Brigitte Bardot e Catherine Deneuve. “A estilista simplificou a maneira da mulher se vestir ao libertá-las dos blazers, oferecendo a facilidade do gesto permitida pelo tricô”, diz a consultora de moda Gloria Kalil. “Por isso, integrou a geração que fez o prêt-à-porter se tornar importante.”

Se antes o mercado estava voltado para a alta costura, com suas cifras milionárias e clientes fiéis, agora a moda prática, fácil e rápida, mas com informação e estilo, crescia a passos rápidos. “Sonia foi a primeira estilista francesa que teve grande distribuição comercial e sucesso de venda nos Estados Unidos,”, conta Gloria. “Talvez pela facilidade da proposta dela, porque os americanos gostam muito de coisas simplificadas e facilitadoras da vida.” No caso, não se deve confundir simples com simplista.
Sonia Rykiel sabia como explorar detalhes, brincar com as cores e produzir imagens vanguardistas. Com o rosto exótico emoldurado por uma franjinha e uma volumosa cabeleira ruiva e crespa, ela mesma estava longe da obviedade. Muitas vezes levou às passarelas e campanhas modelos que pareciam criadas à sua imagem e semelhança. “Ela nunca foi bonita, mas tinha um visual impactante e usava isso a seu favor”, diz Mario Mendes. . As publicidades mais marcantes da estilista foram feitas em parceria com a fotógrafa francesa Sarah Moon. Juntas, elas inauguraram uma estética que até hoje inspira editorias de moda mundo afora.

Tudo com uma aura de mistério e intelectual – valor importante para Sonia Rykiel. No último desfile da coleção Resort, em junho, as modelos desfilaram entre livros em estantes de uma biblioteca vermelha na loja da marca em Nova York. A unidade americana tem a mesma ambientação da matriz parisiense, no bairro de Saint-Germain-des-Prés, e das principais unidades da grife no mundo. Dentro delas, é possível se sentir imerso no universo criativo de vanguarda da estilista.

Parkinson
Sonia Rykiel se aposentou em 2009 e deixou o comando da grife nas mãos da filha, Nathalie Rykiel, que já era diretora artística da companhia desde 1995. Em 2012, Sonia revelou que sofria de mal de Parkinson há 15 anos em seu livro, “N’Oubliez Pas Que Je Joue” (“Não se Esqueça que Estou no Jogo”, em tradução livre). A estilista omitiu a doença, inclusive da família, até não conseguir mais esconder os sintomas. Como costumava descrever-se, era uma mulher “frágil, mas forte”. Fonte: O Estado de S.Paulo.

25 de agosto de 2016

Choque médico! Burt Reynolds está sofrendo de sintomas de Parkinson, amigos temem.

Descubra por que os amigos estão pedindo-lhe para ir ao médico!

Aug 25, 2016 - Amigos alarmados pois Burt Reynolds está petrificado, ele tem a doença de Parkinson, RadarOnline.com descobriu.

O ator de 80 anos, mocinho e bandido está declaradamente passando seus últimos dias enfurnado em casa em Tequesta, Fla. Em apenas em casa é apenas capaz de andar sem a bengala preta.

Em uma furo exclusivo, Radar pode revelar que os amigos afirmam doente Burt está mostrando muitos dos sinais de doença de Parkinson inicial - um tremor na mão, a expressão de zero em seu rosto e rigidez nas articulações.

"Em alguns dias, Burt luta para sair do sofá", disse uma fonte. "Ele sabe que algo está errado, mas recusa-se a ver um especialista apenas no caso é uma má notícia."

Em vez disso, a libertação da estrela duas vezes divorciado passa a maior parte de seus dias trancado na casa confortável que ele dividia com a segunda esposa Loni Anderson durante o tumultuado casamento de cinco anos, que terminou em 1993.

Seu representante, Erik Kritzer, negou qualquer problema dizendo: "Burt acabou de terminar um filme de quatro semanas intitulado anos do cão e ele está indo muito bem e está o mais feliz que eu tenho visto em anos."

Mas informante de Knoxville, Tenn., do filme, Tenn., disseram ao Radar que a estrela teve que ser ajudado por acompanhantes durante o tiroteio de junho.

Enquanto há rumores de Burt ter lutado com uma série de problemas de saúde ao longo das últimas décadas - desde drogas e reabilitação de álcool a um desvio do coração quíntuplo - ele nunca enfrentou um problema médico tão aterrorizante.

"Precisa o homem obter um exame médico para saber se ele tem Parkinson para que ele possa, finalmente, colocar sua mente à vontade, uma vez por todas", disse uma fonte. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Radar Online.

Morreu a estilista Sonia Rykiel

"Rainha das malhas" morre aos 86 anos

2016-08-25 - "Rainha das malhas" tinha 86 anos e durante duas décadas sofreu de Parkinson, apesar de não ter abandonado a alta-costura e as mais prestigiadas passerelles mundiais

A estilista francesa Sonia Rykiel faleceu esta quinta-feira vítima de Parkinson. A alta-costura perdeu a “rainha das malhas”, como era conhecida pelas suas coleções, aos 86 anos.

A notícia da morte da estilista foi avançada pela filha e pelo presidente francês, François Hollande.

Sonia Rykiel sofreu de Parkinson durante 20 anos, mas foi em 2012 que a estilista assumiu publicamente a doença.

O presidente francês descreveu-a como uma “pioneira” no mundo da moda numa mensagem no Twitter.

“O seu estilo continuará a ser símbolo da aliança entre a cor e a natureza, a fluidez e a luz”. Fonte: Tvi24.

22 de março de 2016

Morre Andy Grove, administrador da Intel e embaixador do Vale do Silício

Andy Grove, fundador da Intel, foto de arquivo.
22/03/2016 - Andy Grove, representante do Vale do Silício que tornou a Intel a maior fabricante mundial de chips e ajudou a guiar a era do computador pessoal, morreu na segunda-feira (21) aos 79 anos, disse a Intel.

A companhia não divulgou as circunstâncias da morte, mas Grove, que suportou a ocupação nazista da Hungria na Segunda Guerra Mundial e foi aos Estados Unidos para escapar do caos do mando soviético, sofria de Parkinson.

Grove foi a primeira contratação da Intel após a empresa ser fundada, em 1968, e se tornou um membro pragmático de um grupo de três pessoas que acabaram levando os processadores "Intel Inside" a serem utilizados em mais de 80% dos computadores pessoais do mundo.

Enquanto os fundadores da Intel, Robert Noyce e Gordon Moore, propuseram grande parte da tecnologia de chips que ajudou a criar a indústria dos semicondutores, Grove foi quem transformou suas ideias em produtos de verdade. Ele foi responsável pelo crescimento dos lucros e preços das ações da Intel nas décadas de 1980 e 1990.

Ele se tornou o presidente da companhia em 1979, presidente-executivo em 1987 e presidente do Conselho e presidente-executivo em 1997. Renunciou ao cargo de presidente-executivo em 1998 e continuou como presidente do conselho até 2004.

Grove e sua mulher, Eva, tiveram duas filhas. Fonte: Folha de S.Paulo.

13 de março de 2016

Solari: “Tengo un Parkinson que me está pisando los talo­nes, pero no me voy a bajar tan fácil de un escenario”


12 marzo, 2016 - Imprevistamente y sin que na­die lo anticipara, el “Indio” Sola­ri salió al escenario del Hipó­dromo de Tandil (21.05 pun­tualmente) e hizo acallar, por espacio de algunos minutos, a su legión de fans. El testimo­nio del músico fue reveladora­mente contundente y sin la menor dosis de anestesia.

“Veo que en internet está circulando con mucha fuerza la versión de que estoy muy enfermo y es verdad. Tengo un Parkinson que me está pisando los talo­nes pero les aseguro que no me voy a bajar tan fácil de un escenario”, lanzó.

El artista también habló de algunos cambios en la formación de su banda pero su confesión todavía gritaba como eco en el firmamento, un cielo despejado que oficia­ba de testigo y una noche fría que más tarde daría lugar a un recital inolvidable. Lo concreto es que el universo ricotero tuvo ayer una de las las jornadas más inolvidables de toda su historia.

Más de 160.000 almas “invadieron” la citada ciudad y se trasladaron en las condiciones que fueron necesarias. Es que el Hipódromo local re­balsó como nunca de la impo­nente convocatoria que ya es mucho más que un evento de rock.

El Indio ha escrito toda una página cul­tural, una forma de entender la música y la vida de una mane­ra única. Un estilo que no en­cuentran paragón alguno y menos antecedentes a nivel in­ternacional. El Indio volvió a presentarse con “Los fundamentalistas del aire acondicionado”, en una propuesta escénica musical que, en esta oportunidad, contó con un más que óptimo so­porte técnico.

Las caravanas, todo la vigilia previa de traslado hacia diferentes puntos de la ciudad ex­ponía la postal de un verdade­ro éxodo.

Esa masa humana que, desde diferentes puntos del país, puso su “GPS” en epicen­tro en Tandil. Y, en todas las modalidades, desde el traslado para el momento mismo del recital como para regresar una vez finalizado.

La hoteleria, por su parte, como ha sucedi­do en anteriores oportunida­des se vio colapsada y muchas familias han dado una habita­ción (y un plato de comida) como albergue de auxilio. Otros, con sus mochilas han tratado de encontrar refugio en algún lugar de la vía pública.

La avenida Moseñor Actis, muy cercana al Hipódromo, se erigió en una verdadera zona de aguante, en donde boliches y cantinas se conviertieron en sedes momentáneas de los fans del ídolo. También encontraron en el acampe, su “techo” a las estre­llas, en Tandil.

José Omar (70), de Temperley, acompa­ñado por sus nietos, Esteban y Alberto, de 20 y 22 años, res­pectivamente dio presencia de una especial devoción hacia el artista.

“Al Indio siempre lo seguí a to­das partes. Ahora, lo hago acompañado de mis nietos y vivo esta fiesta con todas las pilas. El Indio es lo más. Un músico que mi generación lo disfrutó y lo disfruta al máxi­mo”.

En tanto, Gabriela (32) y su amiga Lucia (27), de Gene­ral Belgrano, Buenos Aires, ex­pusieron los grandes esfuerzos por estar presentes en este reci­tal: “No queriamos perdernos al Indio, no tenemos dudas que habrá Indio para rato y siempre le vamos a hacer el aguante. Nos bancamos el via­je, el hotel y las entradas. Pero lo disfrutamos con onda y mu­ cha fuerza. Para nosotras esto es un verdadero acontecimien­to”.

El recital de anoche fue la primera presentación del músico luego de anunciar (en 2015) su despedida de los escenarios por padecer “una enfermedad malvada”. Fonte: ADN Rio Negro. Mais de Carlos Solari em Etiquetas/Marcadores.

11 de março de 2016

Doença de Parkinson: Djavan

Doença de Parkinson: Djavan: Matéria na íntegra na Fonte: O Estado de S.Paulo . Tomara que eu esteja enganado, e o Djavan não tenha Parkinson. Mas o pré-req...

Aos 95, Eva Todor fala sobre reclusão por conta da doença de Parkinson

Atriz pode ser vista atualmente na reprise de 'Caminho das Índias' e conta que deseja voltar à TV: 'Se possível for, ainda quero trabalhar'.

10/03/2016 - Aos 95 anos, Eva Todor tem passado seus dias reclusa em sua casa, na Zona Sul do Rio. A atriz que tem no currículo 21 novelas, 10 minisséries e quatro filmes, foi diagnosticada com doença de Parkinson há alguns anos e, desde 'Salve Jorge' (2012) está afastada da TV.

Viúva e sem filhos, a atriz  mora com a empregada Maria e com o seu mototrista há 25 anos, Marcos Otaviano. Atualmente, depende dos cuidados de três enfermeiras. Em conversa com o EGO, Daiane Azevedo, uma das enfermeiras, contou que Eva é muito vaidosa. "Ela está sempre maquiada, bem arrumada e sorrindo. Há um tempo atrás ela estava muito fraquinha, nos deu um susto, mas agora está bem melhor", conta.

Mesmo debilitada e com dificuldade na fala, Eva conversou com o EGO e falou da sua vontade de viver e atuar. "Eu quero uma festa de 100 anos e, se possível, voltar a trabalhar. Hoje em dia tenho que ficar em casa por conta dessa doença, mas quero trabalhar."

Atualmente, a atriz pode ser vista na reprise de 'Caminho das Índias', novela em que interpretou a personagem dona Cidinha. "Ela pede pra gente ligar para os diretores das novelas porque quer voltar para a TV", conta a enfermeira. Fonte: Globo G1.

6 de março de 2016

Uma vida dedicada à família e às causas sociais

06/03/2016 - O termo "dona de casa" era usado pela própria Amine Daou Lindoso para se descrever. Mas pessoas próximas poderiam dar outras palavras para descrever suas ocupações. E foram muitos os projetos com sua participação.

Nascida em Manaus, ela estudou em um colégio de freiras e entrou em uma escola de serviço social ainda na adolescência. Apesar da vontade de ajudar os outros, não chegou a atuar como assistente social. Mas o tempo a encaminhou à assistência.

Casada com José Bernardino, que foi senador e governador do Amazonas, Amine fundou uma ONG para ajudar pessoas com hanseníase depois do fim dos leprosários.

Também se dedicou a projetos voltados a jovens que trabalhavam nas ruas, como engraxates e vendedores de doces. Criou para eles um lugar para banho, alimentação, e descanso, e para encaminhá-los profissionalmente.

A carreira do marido a fez mudar algumas vezes para Brasília, onde se dedicava a costurar e tricotar para pessoas carentes. Eram panos, sapatinhos e casaquinhos.

O trabalho manual, por sinal, era um dom e uma paixão. Bordou o vestido de noiva das filhas, fez o enxoval dos netos. Sapatinho, casaquinho e luva combinando. Em várias cores e modelos.
Gostava de ter a família reunida e cozinhar para ela. Não ligava para fazer pratos do dia a dia, mas sim os das festas, de ocasiões especiais.

Morreu no dia 28, aos 91, em decorrência do parkinson. Deixa sete filhos, 15 netos, cinco bisnetos e uma irmã.

A missa de sétimo dia será realizada neste sábado (5) em Manaus e em Brasília. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Folha de S.Paulo.

5 de março de 2016

Bud Collins, a "voz do tênis ', morre aos 86, depois de enfrentar Parkinson e demência

Collins começou sua carreira no Boston Globe em 1963
Fez a transição para a radiodifusão, onde ele era conhecido por sua prosa colorida e até mesmo calças mais coloridas
Media Center em Flushing Meadows é dedicado a ele
Sobrevive sua esposa Anita Ruthling Klaussen

4 March 2016 - Bud Collins, o historiador do tênis e voz americana do esporte há décadas, morreu aos 86 anos após sofrer de doença de Parkinson e demência.

Introduzido no Hall da Fama do Tênis Internacional em 1994, Collins foi bem conhecido por apelidos criativos de jogadores e de frases que eram tão coloridas quanto suas gravatas borboletas e calças personalizadas criadas a partir de panos que ele recolheu ao redor do mundo .
Caráter colorido: Collins exibe um par de calças de cores vivas, com vista para as quadras em Wimbledon em Junho de 1993
"Poucas pessoas tiveram a importância histórica, o impacto duradouro, e o amor sem reservas para o tênis como Bud Collins, 'Billie Jean King twittou. "Ele era um jornalista notável, de uma emissora de entretenimento, e como nosso historiador que nunca vamos esquecer ou conceder na rica história do nosso esporte. Vou sentir falta dele e eu vou sempre amar nossas memórias de jornadas juntos. '

Chris Evert, que encontrou pela primeira vez Collins em sua estréia no US Open em conferência de imprensa com a idade de 16 anos, disse que no tênis foi "muita sorte tê-lo '.

"Seu compromisso de vida era o esporte do tênis, e sua escrita era espirituosa. Ele fez os jogadores ganharem vida com sua escrita. Eu simplesmente amei ele. Eu tinha uma relação pessoal e profissional com Bud, e não parou mais. '

Brad Gilbert twittou: "RIP Bud um cara tão apaixonado pelo nosso esporte do tênis, ele fará falta e temos a esperança que eles terão grandes jogos no andar de cima '.

Collins começou sua carreira no Boston Globe, em 1963, onde se tornou uma das autoridades proeminentes e acima de tudo de tênis.

Mais tarde, ele mudou para comentarista de televisão nos maiores eventos do esporte, tornando-se um rosto familiar para o público de TV dos EUA em "Breakfast at Wimbledon" na NBC. Ao todo ele fez 44 viagens para Wimbledon.

Ele aparecia regularmente na ESPN, no Canal de tênis e no Australian Broadcasting Corporation. Ele também escreveu três romances.

No ano passado, a Associação de Tênis dos Estados Unidos nomeou o centro de mídia nos EUA, em Flushing Meadows em sua honra. A inscrição na placa dizia: "Jornalista, Comentador, Historiador.

O Boston Globe publicou uma homenagem a Collins na sexta-feira, que incluiu um trecho de sua primeira aparição de destaque no jornal, um artigo de dezembro 1963 a partir de Adelaide, na Austrália, onde estava em missão cobrindo a Copa Davis.

'Este é um outro mundo ", Collins escreveu," onde o Natal vem no verão, a Copa Davis corresponde a vir no dia depois do Natal, e ambos os eventos têm alcançado tal aceitação espetacular que eles são considerados quase tão sérios como beber cerveja. "

Além de suas colunas de tênis e de viagens pelo mundo, e incontáveis ​​horas na rede de televisão que cobre o esporte, Collins também escreveu um tomo de referência intitulado "The Bud Collins história do tênis."

Um jogador realizado em seu próprio ofício, Collins, que nasceu em Lima, Ohio, ganhou o interior de duplas mistas no campeonato dos EUA com Janet Hopps em 1961, e foi finalista na Senior Francês de duplas com Jack Crawford em 1975.

Ele também atuou por cinco anos como treinador de tênis na Universidade de Brandeis.

Sobrevive sua segunda esposa, fotógrafa Anita Ruthling Klaussen, com quem se casou em 1994 e ilustrou muitas de suas colunas de viagem. Ele também deixa para trás a filha Suzanna Mathews, de seu primeiro casamento com Palmer Collins, bem como os seus enteados Betsy Bartelt, Kristin Hunt, Sharon McMillan, Gretchen Oeste, Danielle Klausen, Karl Klaussen e 11 netos. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Daily Mail.

12 de fevereiro de 2016

Chef Paul Bocuse, um dos criadores da 'nouvelle cuisine' completa 90 anos

11/02/2016  Um dos mais relevantes cozinheiros da França, Paul Bocuse, comemora 90 anos nesta quinta-feira (11) com uma robusta biografia empreendedora que lhe rendeu o título de melhor chef do século 20.

Há mais de cinco décadas ostentando estrelas do guia "Michelin" –a tradicional publicação que elege os melhores restaurantes e hotéis mundo–, Bocuse é um dos criadores da "nouvelle cuisine", movimento que revolucionou a gastronomia francesa pregando leveza aos pratos.

São inúmeras as suas receitas célebres –a mais famosa delas é a sopa de trufas negras–, mas extraordinária, de fato, é a contribuição de Bocuse à gastronomia, através da defesa da simplicidade e da seleção de produtos de qualidade.

"Tenho três estrelas, tive três 'by-pass' e sempre tive três mulheres", resumia ao jornal "Libération" Bocuse, que em 1946 se casou com Raymonde Duvert, 20 anos depois conheceu Raymone Carlut e aos 70 anos se uniu a Patricia Zizza, que administra sua carreira.

Ele almoça com uma, toma o chá com outra e na hora do jantar está com a terceira, dizem os amigos íntimos de Bocuse, que nasceu em 1926 às margens do Rio Saône, no pequeno município de Collonges-au-Mont-d'Or, no leste da França.

Foi nessa região, próxima a Lyon, onde ele começou a se aproximar da gastronomia, no restaurante da família, que dava continuidade a uma linhagem de cozinheiros que remonta a 1765. É lá também que agora está o principal dos 23 restaurantes que ele tem espalhados por França, Suíça, Estados Unidos e Japão.

Aos 15 anos, Bocuse se tornou aprendiz de Claude Maret. Em 1944, quando chegou à maioridade, se alistou nas Forças Francesas Livres para combater na Alemanha nazista, época em que ganhou a tatuagem que leva no braço esquerdo com a imagem de um galo, feita pelos soldados americanos que lhe atenderam após um ferimento.

Depois da guerra, o jovem Bocuse continuou sua formação e fez amizade com os irmãos-cozinheiros Troisgros e se colocou à disposição de Fernand Point, que ele considera seu "mentor" e para quem dedicou seus excelentes caranguejos de rio gratinados.

Em 1958, abriu seu próprio restaurante, recuperando o L'Auberge du Pont, a loja da família, e que foi rebatizado com seu próprio nome. Em 1965, recebeu a terceira das estrelas, que nunca lhe abandonaram.

Mas o auge de sua carreira veio no início da década de 1970, com a "nouvelle cuisine".

Bocuse consolidou o movimento ao lançar um livro de receitas baseadas nos preceitos dessa inovadora forma de cozinhar, que prioriza ingredientes frescos, molhos leves e dá especial atenção à apresentação.

Esse movimento representou também a consagração dos cozinheiros como estrelas midiáticas, circunstância que Bocuse aproveitou com habilidade: recebeu a comenda da Legião de Honra, em 1975, desembarcou no Japão, em 1979, e criou o Bocuse d'Or (1987), prestigiada competição na qual, a cada dois anos, 24 grandes cozinheiros concorrem.

Em 1990, fundou o Instituto Paul Bocuse, um dos templos de aprendizagem da profissão, com sede em Lyon.

A saúde do chef que inspirou a animação "Ratatouille" (2007) –que sofre de parkinson–, vem fraquejando, mas ele não perdeu o bom humor. Em 2014, por exemplo, se submeteu a uma complicada cirurgia e, ao se recuperar, disse a sua esposa: "Querida, fui bem-sucedido na vida, mas fracassei na morte".

"A vida é uma piada. Portanto, é preciso trabalhar como se fôssemos morrer com cem anos e viver como se fôssemos morrer amanhã", disse certa vez o chef. Fonte: Folha de S.Paulo.

5 de fevereiro de 2016

Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morre aos 74 anos

Cantor tinha doença de Parkinson e morreu em casa em Los Angeles.
Grupo teve hits como 'Shining star' e vendeu 90 milhões de discos.


04/02/2016 - Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morreu aos 74 anos. O irmão do cantor, Verdine White, disse à agência de notícias AP que ele morreu na quarta-feira (3) em casa, em Los Angeles. Maurice White sofria da doença de Parkinson.

O Earth, Wind & Fire vendeu mais de 90 milhões de discos pelo mundo, ganhou seis prêmios Grammy e entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2000.
O grupo de R&B, soul e funk foi fundado em 1969 e teve o maior sucesso nos EUA com "Shining star", em 1975. Eles emplacaram diversas outras músicas nas paradas norte-americanas, como "Sing a song", "September", "After the love has gone" e "Let's groove".

Maurice White revelou que sofria de Parkinson em 2000, na época em que a banda entrou no Hall da Fama do Rock. Mas ele já tinha sintomas do mal desde os anos 80. Ele parou de fazer turnês com o grupo em 1995, mas o Earth, Wind & Fire continuou em atividade.

Ele também foi produtor e trabalhou com cantoras como Barbra Streisand e Cher. Maurice escreveu e produziu o hit "Best of my love", do grupo Emotions. Em 1985 ele lançou um disco solo com um cover de "Stand by me", de Ben E.King. Fonte: Globo G1.

10 de janeiro de 2016

Morre, aos 92 anos, o estilista André Courrèges, que popularizou minissaia

08/01/2016  - O estilista francês André Courrèges, símbolo da revolução indumentária dos anos 1960 que popularizou a minissaia, morreu aos 92 anos em sua residência próximo a Paris, anunciou nesta sexta-feira (8) sua "maison".

Courrèges, que parou de trabalhar na década de 1990, morreu na quinta-feira (7) após uma batalha de 30 anos contra a doença de Parkinson, informou a Courrèges em comunicado.

Entre vestidos curtos com linhas limpas, botas, toques de vinil e a onipresença do branco, sua cor favorita, o estilista captou o espírito da época e marcou seu tempo, soprando um vento de juventude e futurismo à moda.

Uma de suas musas foi a cantora Françoise Hardy, vedete dos anos 1960.


"Ao longo de sua vida, André Courrèges, com [sua mulher], Coqueline, não parou de avançar e de inventar para estar sempre à frente. Um criador visionário que anteviu o que seria o século 21 e que acreditava no progresso. E isso é o que torna Courrèges tão moderno hoje", declararam Jacques Bungert e Frédéric Torloting, copresidentes do grupo Courrèges.

Nascido em Pau (sudoeste da França) em 9 de março de 1923, filho de um mordomo apaixonado por arquitetura e pintura, começou a trabalhar no final da década de 1940 com o estilista Cristobal Balenciaga, com quem permaneceu por 11 anos.

Lá conheceu sua futura mulher, com quem abriu em 1961 a sua própria casa de moda que logo se tornou um sucesso fenomenal.

Seus desfiles eram impregnados de conceitos, com a instalação de uma enorme bolha transparente no Jardin des Plantes, em Paris, em 1980. Em 1985, investiu em um grande hotel de Tóquio para um evento de moda e música, durante o qual as maiores canções da música francesa foram interpretadas por 130 músicos.

Aposentou-se em 1994, passando a se dedicar à pintura e à escultura, e deixando sua mulher à frente da casa, finalmente vendida em 2011 para a dupla Frédéric Torloting e Jacques Bungert. Fonte: Folha de S.Paulo.

3 de janeiro de 2016

Larry Gordon, visionário do surf que criou placas de espuma, morre aos 76

Saturday 2 January 2016 - Trabalhando a partir de uma garagem na Califórnia, Larry Gordon e seu parceiro de negócios Floyd Smith pioneiros de um novo tipo de placa que revolucionou o esporte.
Surfistas atuais devem muito ao legado de Larry Gordon, que morreu aos 76 anos
Foto: KELLY CESTARI / SURF MUNDO DA LIGA / EPA
Larry Gordon, que revolucionou o surf quando criou placas de espuma em sua empresa da Califórnia no final dos anos 50, morreu. Ele foi aos 76.

A esposa de Gordon, Gayle Gordon, disse à Associated Press no sábado que seu marido morreu em paz no dia de Ano Novo em sua casa em San Diego depois de uma longa doença.

Uma figura de renome no surf e skate em cenas da Califórnia, Gordon foi diagnosticado com a doença de Parkinson há 10 anos.

"Muito poucas pessoas começam a ter um negócio e uma vida com sua paixão", disse sua esposa. "Ele que viveu uma vida num esporte que lhe deu grande alegria."

A comunidade de surf americano levou a mídia social a prestar homenagem a Gordon, cujas placas de poliuretano são creditadas por ajudar a popularizar o esporte em um momento em que as placas de madeira então existentes eram pesadas e difíceis de manusear.

Gordon estudou química na San Diego State University e foi então que ele começou a experimentar com materiais de espuma na fábrica de plásticos de seu pai.

No final dos anos 1950, Gordon e o companheiro surfista e amigo Floyd Smith usaram espuma de poliuretano para construir suas próprias placas de ponta. A demanda por suas pranchas de espuma obrigaram a dupla a se mover da garagem de Smith e começar a sua primeira loja de surf legítimo, Gordon & Smith Pranchas & Skateboards.

"Foi difícil passar por pranchas de surf, e as que existiam lá fora eram em sua maioria feitas de madeira balsa e eram pesadas ​​e difíceis de manobrar," Gordon disse ao San Diego Union-Tribune em 2007. "Por isso, fizemos um molde e sopramos espuma para construir os nossos próprios modelos. "

Na década de 1960, Gordon & Smith Surfboards tornaram-se os fabricantes líderes na indústria do surf, mais tarde, ramificando-se em skates e surf wear.

Smith vendeu sua parte da empresa em 1971, após uma expansão da linha para a Austrália. Gordon & Smith agora é administrada pela filha mais velha de Gordon, Gordon Debbie.

"Nós ainda moldaremos pranchas cerca de uma milha de onde sua primeira fábrica era", disse sua filha. "A razão pela qual ele fez pranchas e a razão pela qual continuamos a fazê-las é pelo amor ao surf e dar às pessoas o melhor passeio de sua vida." Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: The Guardian.