6 de agosto de 2018

Boato da morte de Michael J Fox provoca indignação após boatos de que a estrela de "Back to the Future" está deixando a pneumonia

A estrela de Hollywood se tornou a mais recente vítima de um boato de morte por doença em um site disfarçado de fonte legítima de notícias

6th August 2018 - Os fãs de Michael Fox atacaram um site após espalhar um falso rumor afirmando que o ator de "Back to the Future" havia morrido.

A estrela de Hollywood se tornou a mais recente vítima de um boato de morte por doença em um site disfarçado de fonte legítima de notícias.

Fox, hoje com 57 anos, foi diagnosticado com doença de Parkinson aos 20 e poucos anos e suas batalhas de saúde foram bem divulgadas.

O site, projetado para se parecer com o Yahoo! News, tentou convencer os fãs a acreditarem que Fox havia morrido depois de sofrer “complicações causadas por pneumonia”, com as quais muitos pacientes de Parkinson lutam.

Os fãs ficaram inicialmente com o coração partido quando leram a manchete: "O amado ator e de volta ao futuro estrela Michael J Fox morreu aos 57 anos de idade".

O site alegou falsamente que o icônico ator havia "chegado ao Cedars-Sinai Medical Center", onde "os médicos confirmaram que Fox faleceu pacificamente e foi cercado por amigos e familiares".

Ele disse que a estrela de Back to the Future sofreu "complicações devido a pneumonia".

Os fãs ficaram devastados depois de ler a chocante notícia.

Eles agora se deparam com as notícias falsas em sites de mídia social.

Mas nem a Michael J Fox Foundation - que financia a pesquisa do Parkinson - nem o próprio ator disseram nada sobre sua suposta morte.

Os fãs pegaram as mídias sociais para acabar com a fraude.

O usuário do Twitter, Xavier, escreveu: "Uma coisa tão terrível, começar com os boatos de morte. Especialmente Michael J Fox, ele não fez nada de errado com ninguém!"

Enquanto AJ escreveu: "Se é uma farsa, existem algumas pessoas que merecem um lugar no inferno."

Fox conseguiu sua grande chance aos 15 anos, estrelando uma sitcom canadense, Leo and Me.

Ele se mudou para Los Angeles e participou da sitcom Family Ties por sete anos na década de 1980, ganhando três prêmios Emmy consecutivos de Melhor Atriz Principal em Comédia.

Ele se tornou um nome de família que viajava adolescente viajando Marty McFly em Back To The Future em 1985, liberando mais duas parcelas nos cinco anos seguintes.

Fox é a mais recente celebridade a se tornar vítima de uma farsa de notícias falsas. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: The Sun. Leia mais aqui: Las "fake news" matan a Michael J. Fox y extienden un bulo sobre su muerte.

A Verdadeira História - Robin Williams

31 de julho de 2018

ATOR ALAN ALDA DIAGNOSTICADO COM DOENÇA DE PARKINSON

31 jul 2018 - O artista, de 82 anos, falou abertamente sobre o estado de saúde, revelando que mantém a rotina que tinha antes de descobrir a doença.

Ator Alan Alda diagnosticado com doença de Parkinson

O ator Alan Alda, que deu vida a Ralph Owen Brewster no filme ‘The Aviator’, foi diagnosticado com doença de Parkinson há cerca de três anos, como o próprio fez questão de contar no programa ‘This Morning', da CBS.

O artista, de 82 anos, falou abertamente sobre a doença, referindo que mantém a sua rotina.

“[A doença] foi diagnosticada há três anos e meio e desde então tenho tido uma vida plena. Atuei, dei palestras, ajudei a Alda Center for Communicating Science em Stony Brook. Comecei um novo podcast...”, explicou o ator, confessando que a dada altura começou a sentir alguns sinais da doença ao ver o “polegar a contrair-se” em algumas cenas.

“Pensei que provavelmente era uma questão de tempo até alguém falar sobre o sucedido dando um ponto de vista triste. Mas eu não estou triste”, assegurou.

Alan Alda está casado com Arlene Alda, de 61 anos. O casal tem três filhas em comum, Eve, Elizabeth e Beatrice. Fonte: Sapo.

14 de julho de 2018

Alan Johnson, 81, "Springtime for Hitler" coreógrafo, morre

12 de julho de 2018 - Alan Johnson, um coreógrafo renomado por suas colaborações cinematográficas extravagantes com Mel Brooks na extravagância de goose-steppers-showgirls de “Springtime for Hitler” em “The Producers” e o sapateado “Puttin 'On the Ritz” em "Young Frankenstein", morreu no sábado em sua casa em Los Angeles. Ele tinha 81 anos.

Sua morte foi confirmada por seu sobrinho Todd Johnson, que disse ter recebido um diagnóstico da doença de Parkinson há vários anos.

Johnson dançou na produção original da Broadway de “West Side Story” e começou sua carreira como coreógrafo quando começou a trabalhar com o Sr. Brooks, a quem ele já havia conhecido por meio de um amigo, o letrista Martin Charnin. Brooks, mais conhecido na época por seu trabalho com Carl Reiner nos discos de “2000 Year Old Man”, estava desenvolvendo “The Producers”, sobre um produtor que trabalha com seu contador para criar um certo fracasso na Broadway e roubar o dinheiro investido nele por mulheres desavisadas.

O show que escolheram - "Primavera para Hitler: uma brincadeira gay com Adolf e Eva em Berchtesgaden" - é a peça musical do filme, uma paródia insípida dos musicais dos anos 1930 com nazistas cantando e dançando e coristas usando canecas de cerveja e pretzels em suas cabeças. (segue…) Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: The New York Times.

6 de julho de 2018

Muere el cardenal que anunció la elección del Papa Francisco

Jean-Loius Tauran encontraba en Connecticut, Estados Unidos, por un tratamiento de la enfermedad que padecía, el mal de Parkinson

Jean-Loius Tauran encontraba en Connecticut, Estados Unidos, por un tratamiento de la enfermedad que padecía, el mal de Parkinson / Foto: Wikipedia
06/07/2018 - CIUDAD DEL VATICANO - Jean-Louis Tauran, el cardenal que el 13 de marzo de 2013 anunció la elección del Papa Francisco desde el balcón central de la Basílica de San Pedro, falleció la víspera, confirmó hoy el Vaticano.

El purpurado francés, de 75 años, se encontraba en Connecticut, Estados Unidos, por un tratamiento de la enfermedad que padecía, el mal de Parkinson. Se alojaba en la comunidad de las Hermanas Franciscanas de la Eucaristía, en la Arquidiócesis de Hartford.

Nacido en Bordeaux, Francia, el 5 de abril de 1943, era reconocido como un fino diplomático vaticano. Ordenado sacerdote el 20 de septiembre de 1969, fue enviado a Roma en 1973 para ingresar en la Academia Eclesiástica, donde se forman los embajadores vaticanos.

En la Pontificia Universidad Gregoriana obtuvo la licenciatura en derecho canónico. Ingresó al Servicio Diplomático de la Santa Sede en marzo de 1975, prestando servicio en las nunciaturas apostólicas de la República Dominicana y el Líbano.

En 1983 comenzó a trabajar en el Consejo para los Asuntos Públicos de la Iglesia, organismo vaticano del cual fue nombrado subsecretario en 1988. En 1990 ese organismo se convirtió en la Sección para las Relaciones con los Estados, una especie de ministerio de exteriores.

Desde entonces y por 13 años fue responsable de esa sección de la Secretaría de Estado del Vaticano, siendo consagrado obispo el 6 de enero de 1991 por san Juan Pablo II en la Basílica de San Pedro.

Como máximo responsable de exterior del Vaticano encabezó numerosas misiones diplomáticas y participó en otras tantas conferencias internacionales. El mismo pontífice polaco lo nombró cardenal en 2003.

En noviembre de 2003 fue designado Archivista y Bibliotecario de la Santa Iglesia Romana, en junio de 2007 Benedicto XVI lo designa presidente del Pontificio Consejo para el Diálogo Interreligioso y en junio de 2013, Francisco lo pone a cargo de una comisión para la reforma del Instituto para las Obras de Religión, conocido coloquialmente como “banco del Vaticano”.

De 2011 a 2014 tuvo el puesto de cardenal protodiácono el cual, según el estricto protocolo vaticano, es responsable de anunciar la elección del nuevo papa tras el Cónclave con la famosa frase: “Annuntio vobis gaudium magnum… Habemus Papam”. Fonte: Excelsior. Veja também aqui: Cardinal Tauran, Who Announced Pope's 2013 Election, Dies.


23 de maio de 2018

Ex-árbitro Wright implanta chip no cérebro e se livra de tremores do Parkinson

José Roberto Wright |
Nina Lima
23/05/2018 - Melhor árbitro do mundo na Copa de 90, José Roberto Wright comemora, em conversa com a coluna, o sucesso da cirurgia a que se submeteu no último dia 11 para o implante de um chip cerebral. Livrou-se dos tremores, principal sintoma do Parkinson, doença diagnosticada em 1986: "O efeito foi imediato", diz ele.

Quais foram os sintomas iniciais que o levaram ao médico?

Tudo começou com um ligeiro tremor no dedo mindinho da mão esquerda.

Quando teve o diagnóstico?

Comecei o acompanhamento com bons neurologistas em 1986, quando ocorreram os primeiros pequenos sintomas. Inclusive, atuei na Copa do Mundo da Itália (1990), já com esse problema. E fui considerado o melhor árbitro do mundo.

Que cirurgia foi essa a que se submeteu no último dia 11?

A cirurgia consiste na inserção de um chip no cérebro. Fui operado na Casa de Saúde São José, pelo doutor Eduardo Barreto, um dos maiores neurocirurgiões do Brasil. Ele tem como assistente a doutora Janaína, que o auxilia na implantação do marca-passo — e a carga tem durabilidade de 10 anos no mínimo. O (ator) Paulo José fez esse procedimento há uns oito anos.

Já sente algum resultado ou isso só vai acontecer a longo prazo?

O tremor na mão esquerda já começava a incomodar. Então, foi necessário fazer a cirurgia. E o efeito foi imediato. O tremor dos braços terminou imediatamente depois da implantação do chip cerebral.

Está confiante?

Totalmente. Se tivesse dúvidas não me arriscaria. Não tenho motivos para esconder nada. O método é superseguro. É bem conhecido em Israel, país líder no estudo e no tratamento de Parkinson. Convido você e seu marido para dentro de 60 dias sairmos para jantar! Ou um vinho aqui em casa na quinta-feira… Fonte: O Globo. Mais aqui: Ex-árbitro implanta chip no cérebro na luta contra o Parkinson.

17 de maio de 2018

Lars Yon Trier com suspeita de parkinson


17/05/2018 - Notícias publicadas na imprensa internacional levam à suspeita de que o diretor de cinema dinamarquês esteja com parkinson. Sintomas corroboram.

Extrai-se este trecho de artigo no O Estado de S.Paulo: Ei-lo de volta a Cannes, mas algo se passou, e terrível. A assessora informa – “Ele sempre foi ansioso, e há tempos sofre de depressão. Toma drogas cada vez mais pesadas, e drogas para tentar minimizar os efeitos – esse tremor das mãos, os movimentos rígidos, a fala entrecortada.” Dir-se-ia doença de Parkinson.

E trecho do Time: Danish director Lars von Trier touched on an age-old debate over whether self-destruction fuels creativity when he announced that he has sought treatment for drugs and alcohol addiction and is attending AA meetings, but isn’t sure what that means for his career in cinema.

10 de maio de 2018

Causa da morte de dona Alda Meneghel, mãe de Xuxa, é revelada

Senhora sofria de doença de Parkinson e teve um agravante nos últimos dias de vida

09/05/2018 - A causa da morte de Alda Meneghel, mãe de Xuxa, foi revelada. A senhora, de 81 anos de idade, faleceu após sofrer uma insuficiência respiratória aguda, segundo o jornalista Léo Dias, do jornal “O Dia”.

A apresentadora da Record TV deu adeus à matriarca da família na última terça-feira, 8, na casa onde morava, na capital fluminense.

A eterna Rainha dos Baixinhos publicou uma foto da idosa pintando um quadro e escreveu uma mensagem emocionante na legenda. “Meu passarinho voou e vai pintar um lindo pôr de sol para nós. Obrigada a todos pelas orações”, declarou. (segue...) Fonte: Catraca Livre. Leia mais aqui: Doença de Parkinson: o que é e quais seus tratamentos e sintomas / Esse mal, com o qual a mãe de Xuxa (Dona Alda) conviveu por anos antes de morrer, nem sempre tem nos tremores seu primeiro e único sinal.

9 de maio de 2018

Doença de Parkinson é tema de documentário sobre artista

08/05/2018 - Uma vida dividida entre a carreira de artista e a doença de Parkinson. Estreia nesta quinta-feira, 10, nos cinemas, o documentário Todos os Paulos do Mundo, sobre o ator Paulo José. Ele convive há mais de 20 anos com a doença degenerativa. Veja vídeo AQUI.

PARKINSON DE DIVERSÕES
terça-feira, 8 de maio de 2018 - Ontem eu mediei o debate que se seguiu à sessão gratuita de "Todos os Paulos do Mundo", promovida pela Folha em São Paulo. Participaram os diretores Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira e a atriz Helena Ignez, que aparece no filme. Foi difícil manter a objetividade jornalística: eu simplesmente adorei o documentário sobre Paulo José, um ator que me acompanha desde que eu sou criança. Foi uma delícia rever cenas de que eu me lembrava perfeitamente, como a da briga com Marília Pera em "O Rei da Noite", ou outras que estavam escondidas na memória, como o especial "O Ovo" (de um tempo em que a Globo exibia textos de Eugène Ionesco no horário nobre). Mas o que me impressionou mesmo foi a forma que os realizadores encontraram para o filme. Ele é quase todo feito por imagens dos longas e programas que Paulo José fez ao longo de quase 60 anos, com algumas fotos de arquivo no começo e algumas tomadas recentes, com ele já fragilizado pela doença de Parkinson. Todo o texto vem do próprio Paulo José, e é dito por ele mesmo (em antigas entrevistas) ou lido por seus colegas de profissão, como Fernanda Montenegro, Selton Mello, Fernanda Torres e Helena Ignez. A montagem impecável também ressalta a arma secreta de Paulo José: o olhar, instigante, vulnerável, sempre procurando respostas e/ou uma rota de fuga. E ainda tem a relação admirável dele com a doença, que nunca o derrubou. Ao contrário: o Parkinson fez com que ele produzisse mais nos últimos anos, fizesse aulas de canto, se mexesse (o título deste post é uma expressão do próprio ator, que, no entanto, não é dita no filme). O cinema brasileiro tem se revelado pródigo em documentários sobre grandes figuras da nossa cultura, e "Todos os Paulos do Mundo" ocupa um lugar de destaque neste gênero. É um filme rigoroso e emocionante, à altura de seu homenageado. Fonte: Tony Goes. Veja também aqui: 'Todos os Paulos do Mundo' revê a trajetória de Paulo José, aqui: CINEMA EM CENA - WWW.CINEMAEMCENA.COM.BR aqui: Doença de Parkinson serviu de impulso a Paulo José, dizem diretores de documentário. aqui: Rico trabalho de Paulo José vem à tona em documentário não convencional e também aqui: 'Dá vontade de colocá-lo em uma caixinha', diz Othon Bastos sobre o amigo Paulo José.


Uma observação que costumo fazer ante a expressão cunhada pelo quase conterrâneo Paulo José, é dizer que infelizmente, para a grande maioria dos acometidos, o Parkinson de Diversões só tem o Trem Fantasma e a Casa Mal Assombrada. A questão é a postura e o apoio com que se enfrenta a doença, e temos que nos ajudar pessoalmente.

8 de maio de 2018

Mãe de Xuxa morre aos 81 anos com doença de Parkinson

08/05/18 - Dona Alda, mãe de Xuxa Meneghel, morreu em casa aos 81 anos nesta terça-feira (8). A informação foi confirmada pela assessoria da apresentadora. Dona Alda morava com Xuxa no Rio e sofria contra a doença de Parkinson.

Segundo a assessoria, o laudo médico ainda não foi divulgado. Dona Alda lutava com a doença há cerca de 17 anos e chegou a realizar parte do tratamento nos Estados Unidos.

Na noite de quinta-feira (3), Xuxa pediu orações à mãe nas redes sociais. "Por favor... Peço a vocês que têm muita fé que rezem por minha guerreira, minha Aldinha. Obrigada, que Deus dê em dobro a vocês", escreveu ela na publicação.

A mãe da apresentadora já estava no último estágio da doença, que provoca a degeneração progressiva das células responsáveis pelo movimento e equilíbrio. Xuxa também perdeu o pai, Luiz Floriano Meneghel, em março do ano passado por falência múltipla dos órgãos em função de complicações derivadas de uma osteoporose grave.

No começo de 2014, Dona Alda chegou a passar 38 dias internada no hospital por conta de uma infecção respiratória bacteriêmica (pneumonia), complicada pela doença de Parkinson. A última internação foi em 2016 por conta de uma infecção urinária.

Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo em agosto do ano passado, Xuxa explicou o estado da mãe. "Ela não se comunica mais com a gente, não mexe mais nem um dedo. Ela tá presa no corpo. [O Parkinson] vai fazendo com que alguns órgãos parem de funcionar. Então parou o estômago, ela se alimenta por sonda, não anda, não fala. Vai diminuindo tudo e ela vai ficando presa dentro desse corpo, como num casulo", disse a apresentadora.

Em janeiro, na data do aniversário de Dona Alda, Xuxa também fez uma homenagem para a mãe. "Minha Aldinha hoje faz 81 anos... Tem alguns anos que minha Aldinha não pode mais nos beijar ou abraçar... Tem alguns anos que a minha guerreira está fazendo de tudo pra ficar aqui com a gente... Tem alguns anos que eu me pergunto porque ela sofre tanto, já que só deu amor pra quem a conheceu... Tem alguns tantos anos que eu me pergunto o que eu fiz pra merecer a melhor mãe do mundo? Tem alguns anos que eu peço um milagre", escreveu no Instagram.

Alda sempre esteve presente na carreira da filha e da sua neta, Sasha. A família Meneghel chegou ao Rio de Janeiro no início da década de 70 e contou com a dedicação da matriarca para cuidar dos filhos. Fonte: Revista Quem. Veja mais aqui e aqui: Namorado de Xuxa, Junno Andrade publica música em homenagem para dona Alda.

7 de maio de 2018

Robin Williams sofreu de demência em seus últimos dias, segundo nova biografia

07/05/2018 - Robin Williams foi diagnosticado com doença de Parkinson três meses antes de cometer suicídio.

O ator Robin Williams, que foi encontrado morto em agosto de 2014, estava lutando contra uma desordem cerebral que não foi imediatamente diagnosticada. A doença causou muitos dos sintomas que tiraram sua vitalidade e, posteriormente, o levou a tirar a própria vida.

No ano seguinte à morte dele, a viúva do ator, Susan Williams, disse que o comediante deveria ter passado por um teste neurológico uma semana antes de cometer suicídio e, provavelmente, só teria mais três anos de vida.

Williams foi inicialmente diagnosticado com a doença de Parkinson, mas seus comportamentos no último ano de vida não foram característicos dessa doença, levando alguns a culpar drogas ou álcool por seu problema.

Finalmente, um neuropatologista o examinou e fez o diagnóstico correto: demência de Corpos de Lewy difusa. Trata-se do segundo tipo mais comum de demência progressiva depois do Alzheimer, à medidade que a doença afeta o pensamento, a memória, as emoções e os movimentos do corpo.

De acordo com o livro, o ator começou a chorar incontrolavelmente e esquecer suas falas. Durante as filmagens de Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba, ele atingiu um ponto crítico.

"Ele ficava soluçando nos meus braços no fim de cada dia. Era horrível. Horrível", disse a maquiadora Cheri Minns ao autor da biografia. "Eu disse às pessoas: 'eu sou uma maquiadora. Eu não tenho a capacidade de lidar com o que está acontecendo com ele'", completou.

Após ser diagnosticado com Parkinson, Williams tentou melhorar e entrou em um centro de reabilitação na esperança de que ele pudesse controlar a doença. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Estadão. Veja também aqui: 'Não passava de um homem assustado', diz Billy Crystal sobre Robin Williams após diagnóstico.



Robin Williams com doença de Parkinson: um livro conta seus últimos dias

Le 06 mai 2018 - Uma nova biografia de Robin Williams conta os últimos dias do ator, antes de seu suicídio em 2014. Ele havia sido diagnosticado com a doença de Parkinson alguns dias antes.

Em 11 de agosto de 2014, Robin Williams morreu de suicídio por asfixia. E se as razões que levaram o ator a cometer tal ato tenha sido por muito tempo problemas, culpando uma longa depressão em que ele tinha mergulhado poucos meses antes de sua morte, um livro biográfico escrito por Dave Itzkoff revela as razões. O Daily Mail revelou algumas passagens e revela que, de fato, a doença de Parkinson foi diagnosticada em Robin Williams durante as filmagens de Night at the Museum: o segredo dos faraós. "Ele não conseguia se lembrar de seus diálogos, ele chorava nos meus braços todos os dias, era horrível, horrível", disse a maquiadora Cheri Minns no New York Post.

O livro revela que Robin Williams era um homem muito contraditório que lutou não só contra o álcool, drogas, mas também contra a solidão e insegurança. Esta biografia descreve-o como "ambos extremamente extrovertidos e dolorosamente introvertidos". "Ele estava escondido atrás dos personagens de quadrinhos que ele criou, o comércio entre as suas vozes e personalidades com uma velocidade incrível. Poucas pessoas vão se lembrar de ter tido uma conversa séria com o real Williams", relata Dave Itzkoff em seu livro.

De acordo com a terceira esposa de Robin Williams, Susan Schneider, poucos meses antes de sua morte, o ator reclamou de numerosos sintomas como distúrbios urinários, insônia, perda do olfato e um ligeiro tremor em sua mão esquerda. Parkinson diagnosticado rapidamente, a autópsia revelou que o ator estava sofrendo de doença de corpos de Lewy, nunca diagnosticada nele, que é uma desordem cerebral que causa demência. Original em francês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Closer Mag. Leia mais aqui: Robin Williams diagnostiqué de la maladie de Parkinson avant sa mort e aqui: Robin Williams had forgotten "how to be funny" in his last days, new book reveals.

2 de maio de 2018

Jacques Laffite tem síndrome de Parkinson

1er mai 2018 - Jacques Laffite revelou no domingo passado no programa 19H domingo que ele sofria de síndrome de Parkinson.
Laffite admite um constrangimento, mas apenas às vezes. (B.Papon / Reuters)
Entrevistado no programa France 2 19H no domingo passado, Jacques Laffite revelou que ele tinha a síndrome de Parkinson. "De vez em quando tenho pequenos tremores", explicou ele. A perna endurece um pouco, mas ainda não estou lá. Eu tenho síndrome de Parkinson, então isso não me incomoda. O ex-piloto de F1, de 74 anos, disse que continua praticando certos esportes: "Eu jogo golfe, jogo tênis, faço esqui, faço tudo. Mas ei isso me irrita às vezes. Não podemos ter feito tudo o que fizemos, sofremos choques, 250 pulsações durante anos sem deixar vestígios. Mas você tem que lutar na vida, sempre. Eu estou lutando". Original em francês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Lequipe. Veja mais aqui: JACQUES LAFFITE RÉVÈLE QU’IL EST ATTEINT DU SYNDROME DE LA MALADIE DE PARKINSON.

21 de abril de 2018

Michael J. Fox está se recuperando de uma cirurgia da coluna vertebral "não relacionada" à doença de Parkinson

April 20, 2018 - O ator Michael J. Fox está se recuperando de uma cirurgia na coluna vertebral recente, sem conexão com a doença de Parkinson, e a perspectiva é boa, disse sua porta-voz na sexta-feira.

"Michael J. Fox recentemente passou por uma cirurgia na coluna não relacionada à sua doença de Parkinson", disse seu representante, Leslie Sloane, em um comunicado. "Ele está se recuperando, sentindo-se bem e ansioso para voltar ao campo de golfe neste verão."

Nenhum outro detalhe sobre a cirurgia de Fox, inclusive quando aconteceu, estava disponível.

No início deste mês, o popular ator, 56, cancelou uma aparição na Calgary Comics & Entertainment Expo (26-29 de abril), devido a "circunstâncias imprevistas", disse um tweet da Calgary Expo. Ele deveria aparecer com os colegas de elenco dos filmes Back to the Future.

Além da franquia Future, Fox é conhecido por seu trabalho em Spin City, Family Ties, Michael J. Fox Show e The Good Wife. Ele estrelou o episódio desta semana do Sobrevivente Designado da ABC.

Fox foi diagnosticado com Parkinson, o que pode resultar em tremores corporais e rigidez muscular, no início dos anos 90. Ele tem sido um líder nos esforços para ajudar os pacientes de Parkinson e encontrar uma cura. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: USA Today. Leia mais aqui: Michael J. Fox recovering, 'feeling great' after spinal surgery e aqui: RECENTE OPERAÇÃO DE MICHAEL J. FOX NÃO ESTEVE RELACIONADA COM PARKINSON.

19 de abril de 2018

Paulo José: a humildade, a não supervalorização da profissão e o Parkinson – “uma transformação”


19.04.2018 / Estreia nos cinemas em maio “Todos os Paulos do Mundo”, documentário sobre a trajetória de Paulo José, com direção de Vania Catani, amiga de longa data e parceira de trabalho do ator. Apesar de muito premiado, e querido pelo público, Paulo, 60 anos de carreira, não se dá tanta importância assim. “Ele acredita que atuar é mais fácil do que dizem”, entrega Vania, em bate-papo com o Glamurama. “Há uma tendência iconoclasta com a profissão. Para Paulo, o ofício de atuar é superfácil – até diz isso no filme – e natural. Em seus trabalhos, parece que ele é de fato o personagem, e não que ele está atuando”.

Aproveitamos para perguntar como é o ator de 81 anos na intimidade. “Convivo com ele há mais de 20 anos. Em todo esse tempo, ele, apesar de um homem cultíssimo e superinteligente, nunca teve momentos de arrogância e sempre se mostrou aberto a escutar todos aqueles que tem algo a dizer, outros pontos de vista, outras perspectivas e outras gerações. Há uma troca cheia de liberdade e crescimento em todos os sentidos. O que posso dizer é que ele é adorável”.

O corpo é o instrumento de trabalho do ator. Como tem sido para Paulo, tão reverenciado e com uma carreira tão completa, lidar ao longo dos anos com o Parkinson, descoberto em 1992? “Ele trabalhou intensamente mesmo com a doença. Foi muito atencioso e disciplinado, como em ‘O Palhaço'[de 2011]. Agora está numa fase em que a doença já limita muito o corpo. Ele fala que o Parkinson é uma transformação – e que estar vivo já é transformação por si só”.

A gente quis saber, na opinião de Vania, qual o personagem mais emblemático da coleção de Paulo. “Para mim é o Shazan, da série ‘Shazan e Xerife’, que foi quando nos conhecemos e é um personagem clássico. Porém é difícil escolher um só… Tenho muito orgulho dele e de todos os filmes que produzi com ele”. Na TV, a última intepretação de Paulo foi uma participação na novela “Em Família”, de 2014. (por Michelle Licory) Fonte: Glamurama. Este conteúdo tem áudio, e pode ser ouvido na fonte.

13 de abril de 2018

Dussek veste a alma de Silvia Machete

13/04 - O riso já não era riso, era desespero. Mas era assim que alguém precisava rir naquela segunda parte dos anos 1970, quando a poesia ainda chegava dura e a música em tons menores para bater tambor contra a liberdade asfixiada desde o AI-5 de 1968. Quando o mundo era sério demais, o riso de Eduardo Dussek virava escárnio e saía atropelando, juntando Noel Rosa com guitarra, cabaré com samba-canção, carnaval com bolero.

O problema é que, depois dos efeitos da aspirina nos anos 80, administrada pela frente carioca e colorida do rock nacional, com Blitz, Leo Jaime, João Penca e Kid Abelha, o mundo voltaria ainda mais sisudo até atingir níveis patológicos de intolerância. Dussek, ironicamente, se dava bem, provando que o que escrevia era seriíssimo, o mundo é que se tornava uma piada. "Vejo hoje mesmo as notícias de Donald Trump contra Putin. Isso é uma piada de Miguel Falabella", diz à reportagem, por telefone.

Dussek é um nome pronto para a esteira da redenção histórica que merece, a mesma pela qual passaram Guilherme Arantes, Belchior, Odair José, Antonio Marcos. Sua obra, mesmo quando colocada em lugar de ponta, não figura como cool. Ele mesmo faz o diagnóstico. "Não segui a cartilha para isso acontecer. Eu era eclético demais para as regras. Minha música era americana, francesa, carioca."

Silvia Machete, então, entra na história. Há dois anos, ela fez os primeiros shows que se tornariam um DVD, só com músicas de Dussek. Dussek Veste Machete, chegou cheio do espírito livre dos dois. A direção cênica ficou com Cesar Augusto, o figurino com Guto Carvalho e a supervisão, com o próprio autor. A veia de uma artista disposta a se tornar outras foi um veículo justo para um homem especializado em criar canção como se fizesse filme. A Índia e o Traficante, Chocante, a mais romântica Aventura e a profunda Cabelos Negros já garantiriam a noite.

O show chega a São Paulo só agora, em um ambiente que ajuda a personificar o próprio Dussek, a cabarenística Casa de Francisca. Será nesta sexta, 13, com acompanhamento do pianista Danilo Andrade. O repertório tem mais Tango da Bronquite (de Angela Ro Ro), 2 Cachorros (de Machete), Quizás, Quizás, Quizás (Osvaldo Farres) e Great Balls of Fire (de Otis Blackwell e Jack Hammer).

Machete, para Dussek, tem apresentado suas canções para uma geração que pouco o conhecia. E que dizem essas pessoas? "Eles ficam surpresas. Quando conhecem as letras, e no show elas sobressaem com força, todo mundo entende tudo."

Diagnosticado há dez anos com doença de Parkinson, Dussek fala abertamente sobre o problema. "Encarei como encaro a vida. Eu não sou de levar o sofrimento humano a sério, existe algo superior a isso. Eu não acredito em baixo-astral."

Ele conta que segue com sua agenda de shows de até duas horas de duração, já que no palco os sintomas desaparecem. "No início, meus dedos foram paralisados, e isso teve de ser corrigido. Já toco piano normalmente. Semana passada, cantei com Maria Alcina no Sesc 24 de Maio. Agora estou em Goiânia para falar para uma plateia de médicos e pacientes com Parkinson. Só não posso mais fazer algo estressante."

Ele sentiu os primeiros sintomas com o enrijecimento das mãos. "Era como se eu estivesse recebendo um santo." Percebeu então que esses momentos vinham depois de situações de estresse. Uma delas é segredo. "Eu tive um problema com uma emissora de televisão, uma discussão que não conto de jeito nenhum. Foi depois desse episódio que comecei a sentir os últimos sintomas antes de procurar um médico."

Viver com Parkinson o fez perceber como o portador é discriminado, como pessoas desinformadas decretam penas de morte instantâneas e como a ciência no Brasil, com relação a essa doença, carece de atualização. "Fiz com a doença como faço com a música. Usei métodos convencionais e outros muitos alternativos."

Um tropicalista de nascimento, sambista de formação, roqueiro do acaso, provocador nas horas vagas, Eduardo Dussek segue sendo mais útil que nunca. Logo depois de ouvi-lo dizer da longevidade de músicas como Nostradamus, de 1981, quando o narrador acorda em pleno apocalipse, o repórter liga para entrevistar Silvia Machete. Ela estava em São Paulo, no centro, com o namorado. De repente, toma um susto e pede para continuar a entrevista mais tarde. "Ai, meu Deus. Acabamos de ser assaltados. Um rapaz na bicicleta roubou meu namorado, e ele saiu correndo atrás do ladrão."

DUSSEK VESTE MACHETE
Casa de Francisca. Rua Quintino Bocaiuva, 22.
Tel: 3052-0547. 6ª (13), às 21h. Ingresso: R$ 44
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: JB.

Xuxa retrata de forma honesta (e necessária) como o Parkinson mudou a vida da mãe

12-04-2018 - Xuxa retrata de forma honesta (e necessária) como o Parkinson mudou a vida da mãe.

11 de abril de 2018

O criador da ovelha Dolly, apóia a pesquisa de Parkinson após o diagnóstico

Dolly the sheep with Professor Sir Ian Wilmut who has been diagnosed with Parkinson’s disease (Andrew Milligan/PA)

11 de abril de 2018 - O cientista que liderou a equipe que criou a ovelha Dolly apoiou a pesquisa para combater a doença de Parkinson, depois de ter sido diagnosticado com a doença.

O professor Sir Ian Wilmut anunciou seu diagnóstico no Dia Mundial do Parkinson antes do lançamento de um importante programa de pesquisa.

Especialistas das Universidades de Edimburgo e Dundee devem unir forças para permitir terapias experimentais que visem retardar a progressão da doença de Parkinson.

A Iniciativa de Pesquisa Dundee-Edinburgh Parkinson planeja investigar as causas das doenças e traduzir as descobertas científicas em novas terapias.

O professor Wilmut, que se aposentou da Universidade de Edimburgo em 2012, disse: “Iniciativas deste tipo são muito eficazes não só porque juntam mais pessoas, mas porque incluem pessoas com experiência e conhecimentos diferentes.

“Foi a partir de um canteiro de sementes tão rico que a Dolly se desenvolveu e podemos esperar por benefícios semelhantes neste projeto.”

O objetivo final, dizem os cientistas, é encontrar novas abordagens para prever e prevenir a condição progressiva causada por danos a células específicas do cérebro.

Eles também esperam facilitar o teste clínico de terapias destinadas a retardar ou reverter a progressão da doença.

A condição afeta o movimento e é frequentemente associada a tremor involuntário.

Existem terapias para reduzir os sintomas e ajudar a prolongar a qualidade de vida, mas atualmente não existem tratamentos para retardar ou interromper a progressão da doença.

Pacientes escoceses que desejam participar de ensaios clínicos de tratamentos que poderiam retardar a progressão da doença agora precisam viajar para centros na Inglaterra ou no País de Gales, ou mesmo no exterior.

A ovelha Dolly foi criada no The Roslin Institute em 1996 por uma equipe de pesquisa multidisciplinar liderada pelo professor Wilmut.

Ela foi o primeiro clone de um animal de uma célula adulta e seu nascimento virou pensamento científico em sua cabeça.

O avanço pioneiro abriu caminho para que outros desenvolvessem um método de usar células adultas para produzir células reprogramáveis ​​que poderiam se transformar em células-tronco "pluripotentes induzidas", ou iPSCs.

Os cientistas de Edimburgo foram os primeiros no Reino Unido a produzir iPSCs no laboratório de pacientes com doença de Parkinson.

As células fornecem um recurso inestimável para estudar os mecanismos subjacentes à doença e testar potenciais tratamentos com drogas.

O Dr. Tilo Kunath, do Centro de Medicina Regenerativa do Edinburgh Medical Research Council, disse: “As pessoas com Parkinson necessitam urgentemente de acesso a diagnósticos mais precoces e precisos, melhores previsões de como a doença irá progredir e, o mais importante, a oportunidade de participar de ensaios clínicos. de novos tratamentos.

"Esta nova parceria de pesquisa visa tornar essas esperanças uma realidade para as pessoas na Escócia."

Existem 12,00 pessoas na Escócia com a condição. No Reino Unido, o número deve dobrar nos próximos 50 anos à medida que a população cresce e as pessoas vivem mais.

O professor Dario Alessi, da Universidade de Dundee, acrescentou: "Eu me sinto otimista e não é irrealista que com um esforço coordenado de pesquisa, grandes avanços em direção ao tratamento da doença de Parkinson possam ser feitos". Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: thenorthernecho. Leia mais aqui: Dolly the Sheep scientist backs Dundee-Edinburgh Parkinson’s research project e aqui: Cientista que criou ovelha Dolly, chave no estudo de parkinson, tem a doença.

22 de março de 2018

A ex-co-estrela de Robin Williams alega ter sido assediada no set

MAR 22, 2018 - Robin Williams' Former Co-Star Defends His Groping On Set.

Guitarrista diagnosticado com Parkinson volta ao palco com o Judas Priest; veja

21/03/2018 - A notícia de que o guitarrista Glenn Tipton tem doença de Parkinson e teria de ficar afastado das turnês do Judas Priest chocou os fãs da banda, tanto pela doença quanto pelo fato de o grupo perder o último guitarrista da dupla mais influente do heavy metal - o outro, K. K. Downing, havia deixado o grupo no começo da década. Nesta terça-feira, de surpresa, Tipton voltou ao palco com o Judas Priest.

Tipton segue como integrante oficial do grupo, mas está sendo substituído por Andy Sneap na turnê do novo álbum, “Firepower”. Após a gravação do disco, ele anunciou que tem doença de Parkinson, o que foi diagnosticado há quatro anos - mas já mostrava sinais há dez, mesmo sem o guitarrista saber.

A doença o impede de executar os trechos mais técnicos de solos e bases, mas sua condição ainda permite que ele componha e participe de algumas músicas mais simples em shows. Foi o que se viu em Nova York.

No Sony Square NYC, o Judas contou com três guitarras (Tipton, Sneap e Richie Faulkner) em três músicas: “Metal Gods”, "Breaking The Law" e “Living After Midnight". A presença de Tipton, que vinha sendo homenageado com imagens no telão em shows dos quais não participou, emocionou os fãs.

Além da presença no palco, ele deu entrevista coletiva com os outros integrantes da banda e participou de uma sessão de autógrafos.

Recentemente, Tipton falou de sua condição em uma nota oficial: “Quatro anos atrás eu fui diagnosticado com Parkinson, e o especialista me disse que eu devo ter há pelo menos dez anos. Eu sentia que algo estava errado com minha coordenação ao tocar guitarra, mas eu tentava contornar e lutar contra. Tenho bons dias e dias ruins, é uma doença degenerativa, mas eu não queria perder o compromisso que tenho com a banda. Foi nos últimos ensaios que resolvi ficar de lado e dar lugar a Andy Sneap. Ele é um grande cara e fará um ótimo trabalho. A banda está mais forte do que nunca. E não é o fim para mim, conseguirei compor, gravar e, nos bons dias, tocar algumas músicas em shows.”

O novo álbum, “Firepower” tem sido bem recebido pelos fãs, por ter ser mais direto e retomar o direcionamento sonoro mais direto e pesado de clássicos como “Painkiller”. Fonte: Entretenimento UOL.

PAULO JOSÉ GANHA FESTINHA EM CASA DE 81 ANOS; ATOR LUTA CONTRA DOENÇA DE PARKINSON

21/03/18 - O ator Paulo José completou 81 anos nesta terça-feira, dia 20, e comemorou com uma festinha em família em casa, no Rio. Longe da TV desde 2014, quando fez uma participação na novela "Em família", o veterano lida há mais de 20 com a doença de Parkinson, doença progressiva do sistema neurológico que afeta principalmente o cérebro, prejudicando a coordenação motora e o caminhar.

O registro de Paulo festejando o aniversário foi compartilhado por Ana Kutner, uma das suas três filhas, e matou a saudade que os fãs estão dele. Em novembro, a atriz Bel Kutner, outra filha do ator, compartilhou uma foto com o pai as irmãs (reveja a imagem abaixo).
Paulo José com as filhas, Bel, Ana e Clara Kutner Paulo José com as filhas, Bel, Ana e Clara Kutner Foto: Reprodução/Instagram
Paulo pôde ser visto recentemente no canal Viva, nas reprises das novelas "Por amor" e "Tieta". Ele tem no currículo 39 filmes, 21 novelas, 25 minisséries, 31 peças e 22 montagens como diretor. Fonte: Extra. Veja mais aqui.

15 de março de 2018

O químico vencedor do Nobel Ei-ichi Negishi encontrado vagando em estado confuso, esposa morta no carro


March 15, 2018 - (...) Horas depois de ter sido dada como desaparecida, uma das mentes mais brilhantes da Química no planeta Ei-ichi Negishi (82) foi encontrado vagando por um trecho rural no norte do país (Northern Illinois), enquanto sua esposa, Sumire Negishi, foi encontrada morta, segundo a polícia dos EUA em 13 de março. (...)

A polícia, em uma declaração escrita, disse: "Parece que a doença de Parkinson, da qual ela sofreu e a confusão mental que a idade pode trazer para as mentes mais brilhantes, combinaram-se para produzir os recentes eventos trágicos. Que esses fenômenos são tão comuns que não tornam suas consequências menos cruéis". (…) Fonte: Financialexpress. Veja mais aqui: Nobel Prize Winner Spotted Wondering Rural Road As Wife Is Found Dead Nearby, aqui: EEUU: encontraron a un Nobel de química caminando desorientado por una ruta y a su mujer muerta en el auto e aqui: Nobel Prize winner’s wife died of exposure, hypothermia.

Um pequeno resumo do que o Parkinson pode provocar numa família...

5 de março de 2018

Corpo de Tônia Carrero será cremado, hoje, no Rio

05/03/2018 - O corpo da atriz Tônia Carrero será cremado em cerimônia restrita à família no final da manhã desta segunda-feira, no Memorial do Carmo, Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro. A atriz morreu, aos 95 anos, na noite de sábado, de parada cardíaca durante cirurgia. Tônia Carrero recebeu homenagens durante o velório no Theatro Municipal do Rio. Ela foi internada sexta-feira para procedimento cirúrgico simples por causa de uma úlcera. A atriz é considerada um dos ícones da televisão e do teatro do país. Netos, bisnetos e o filho, o ator e diretor Cecil Thiré, além de amigos, participaram do velório. Muito debilitado, o único filho Cecil Thiré, que sofre de doença de Parkinson, chegou de cadeira de rodas. Além de talentosa, Tônia Carrero era considerada uma das mulheres mais belas do Brasil. Fonte: Portalamirt. Veja mais: FILHO DE TÔNIA CARRERO, ATOR CECIL THIRÉ SOFRE DE DOENÇA DE PARKINSON.

21 de fevereiro de 2018

Morreu o conselheiro espiritual dos presidentes norte-americanos

21 DE FEVEREIRO DE 2018 - Ao longo da vida, Graham pregou para milhares de pessoas em todo o mundo e foi capelão não-oficial da Casa Branca para vários presidentes dos Estados Unidos, como foi o caso de Richard Nixon.

Billy Graham tinha 99 anos. Considerado o maior evangelista de todos os tempos, o pastor norte-americano tinha já há algum tempo uma saúde frágil. Sofria da doença de Parkinson há mais de 15 anos e recentemente foi-lhe diagnosticado cancro da próstata.

Nascido em novembro de 1918, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, Graham escolheu, aos 18 anos, servir a Igreja. Formou-se em teologia no Instituto Bíblico da Florida, batizou-se na Igreja Batista e começou a pregar em ruas e em pequenas igrejas.

Em 1943, casou-se com Ruth Bell, uma mulher ligada à Igreja Presbiteriana, e, em 1950, criou a Associação Evangelista Billy Graham, destinada a planear e coordenar encontros e eventos de evangelização. O casal teve 5 filhos e 19 netos.

Billy Graham foi várias vezes capelão não-oficial da Casa Branca e acompanhou vários presidentes dos Estados Unidos, como Richard Nixon, pregou pela televisão e chegou a milhares de pessoas em todo o mundo.

Os filhos Franklin Graham e Anne Graham Lotz também evangelistas, cuidam atualmente da instituição deixada pelo pai. Fonte: TSF. Também aqui: Pastor evangélico Billy Graham morre aos 99 anos nos EUA e aqui: Superpastor', Billy Graham pregou até na Coreia do Norte.

14 de fevereiro de 2018

Dom Pedro Casaldaliga: "maior graça é o martírio"

13/02/2018 - Entrevistado pelo Vatican News, seu amigo Pe. Paulo Gabriel afirma: "Não morreu mártir, mas hoje, aos 90 anos, e há mais de 10 travado numa cadeira de rodas pela doença de Parkinson, se ele queria ser mártir, Deus o ouviu".
Cristiane Murray – Cidade do Vaticano

A terra, os índios, as mulheres marginalizadas, o povo negro, a causa ecológica: razões como estas foram o fio condutor da vida de um bispo espanhol conhecido como ‘o profeta da Amazônia’: poeta, defensor dos direitos do povo mais pobre e isolado, ameaçado de morte mais de dez vezes, Dom Pedro Casaldaliga é um homem livre de preconceitos e de apegos ao poder. Viveu e ainda vive numa casa simples, na prelazia que ajudou a criar, São Felix do Araguaia.

Foi lá que conheceu outro espanhol, o sacerdote Paulo Gabriel, que integrou a equipe de pastoral da prelazia mato-grossense travando lado a lado com o bispo suas batalhas mais corajosas.

“ Pedro é um homem livre de preconceitos e ataduras ao poder e isto lhe trouxe problemas, como a todos os profetas que são livres ”

"Teve momentos difíceis com o Vaticano, mas conseguiu superá-los. Pedro é um místico, um homem de oração, um homem muito bem-humorado. Humor é sinal de inteligência e de saúde psíquica. Nunca o vi – mesmo nos momentos mais difíceis ou trágicos – e não foram poucos – desanimado ou perdendo o sono”.

“ Pedro sempre disse, e nunca escondeu, que a graça maior que Deus pode conceder a alguém que segue os passos de Jesus é o martírio ”

Talvez poderia ter morrido, quando mataram seu amigo, Padre João Bosco. Parece que a bala era para ele. Não morreu mártir, mas hoje, aos 90 anos, e mais de 10/15 anos travado numa cadeira de rodas pelo Parkinson, se ele queria ser mártir, Deus o ouviu, porque não há martírio maior que este que ele vive atualmente: dependente em tudo dos outros, é trazido, levado, sem poder se movimentar, sem poder falar, sem poder ler... é uma morte lenta. E ele sempre disse: ‘Nunca reclamei do irmão Parkinson’. Prova de um homem humanamente maduro, espiritualmente maduro”. Fonte: Vatican News.


12 de fevereiro de 2018

O guitarrista do JUDAS PRIEST, GLENN TIPTON é diagnosticado com a doença de Parkinson


February 12, 2018 - Há dez anos, o guitarrista do JUDAS PRIEST, Glenn Tipton, foi diagnosticado com o início dos estágios iniciais da doença de Parkinson. Desde então, até recentemente, o músico de 70 anos viveu sua vida como o grande guitarrista de heavy metal que sempre foi, mantendo por sua própria definição um padrão de qualidade e desempenho incrivelmente importantes.

Agora, Glenn é capaz de tocar e executar algumas das músicas PRIEST que são menos desafiadoras, mas devido à natureza da progressão de Parkinson, ele quer deixar os fãs saberem que ele não estará viajando com a banda.

Fiel ao espírito metálico de "o show deve continuar", Glenn pediu ao produtor PRIEST e ao guitarrista do HELL, Andy Sneap, que balançasse a bandeira no palco para ele.

Glenn disse: "Quero que todos saibam que é vital que a turnê JUDAS PRIEST vá em frente e que eu não saio da banda - é simplesmente que meu papel mudou. Não descarto a chance de entrar no palco como e quando eu me sinto capaz de explodir um pouco de Priest! Então, em algum momento em um futuro não muito distante, estou ansioso para ver todos os nossos maravilhosos maníacos de metal mais uma vez ".

Os colegas da banda PRIEST de Tipton tiveram que dizer: "Tivemos o privilégio de testemunhar a determinação de Glenn e o compromisso constante ao longo dos anos, mostrando sua paixão e autoconfiança através das sessões de escrita, gravação e realização com o PRIEST. Ele é um verdadeiro herói do metal!

"Não estamos surpresos com a insistência de Glenn de que completemos o tour 'Firepower' e agradecemos Andy por se juntarem a nós para que os desejos de Glenn se tornem reais.

"Como Glenn disse, também não podemos esperar para tê-lo conosco a qualquer momento em qualquer lugar na estrada. Nós o amamos, Glenn!"

A doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo, o que leva à deterioração progressiva da função motora devido à perda de células cerebrais produtoras de dopamina. À medida que os sintomas pioram, torna-se mais difícil lidar com tarefas cotidianas e levar uma vida independente.

A doença de Parkinson afeta uma em cada 100 pessoas com mais de 60 anos. Enquanto a idade média de início é de 60, as pessoas foram diagnosticadas com 18 anos.

A causa exata da doença de Parkinson é desconhecida, embora a pesquisa aponte para uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

Pat Torpey, o baterista de longa data do grupo de rock MR. BIG, morreu na semana passada devido a complicações da doença de Parkinson.

O novo álbum de JUDAS PRIEST, "Firepower", será lançado no dia 9 de março via Epic. O disco foi gravado por Sneap, o colaborador de longa data Tom Allom e o engenheiro Mike Exeter (BLACK SABBATH). O trabalho de capa para "Firepower" foi criado pelo artista e fotógrafo digital chileno / italiano Claudio Bergamin.

A perna norte-americana da turnê "Firepower" será lançada em 13 de março em Wilkes Barre, Pensilvânia, e será realizada em 1 de maio em San Antonio, Texas. O apoio na caminhada será de SAXON e BLACK STAR RIDERS. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Blabbermouth. Leia mais aqui: Glenn Tipton, de Judas Priest, recusou-se a usar fitas de suporte e aqui: RICHIE FAULKNER Says ANDY SNEAP Was 'First Choice' To Step In For GLENN TIPTON In JUDAS PRIEST.

9 de fevereiro de 2018

Morreu Pat Torpey, dos Mr. Big

O baterista dos Mr. Big morreu esta quarta-feira


09.02.2018 - Morreu Pat Torpey, baterista dos norte-americanos Mr. Big. Tinha 64 anos.

O músico faleceu esta quarta-feira, estando as causas da morte relacionadas com a doença de Parkinson, não tendo sido avançados mais detalhes.

O anúncio da sua morte foi feito pela restante banda, através das redes sociais. Os Mr. Big pedem, agora, "privacidade neste momento muito difícil".

Pat Torpey foi baterista dos Mr. Big entre 1988 e 2002 e, após a reunião da banda, de 2009 até hoje. Antes de se juntar aos Mr. Big, tocou com artistas como Tina Turner, Belinda Carlisle e The Knack. Fonte: Blitz Sapo. Veja também aqui: Mr. Big founding drummer Pat Torpey, dead at 64.

25 de janeiro de 2018

Aos interessados em 2018, convém levar em conta a pouco conhecida maldição presidencial

25/01/2018 - A chance considerável de Lula ser preso após ser condenado em segunda instância inclui o petista no rol dos presidentes brasileiros com vidas marcadas por infortúnios.

Olhando em retrospecto, a maioria daqueles –e daquela– que chegaram ao cargo público máximo do país acabou, uma hora ou outra, dando-se mal.

A frequência é tamanha que cabe sugerir a existência de uma maldição dos presidentes, ideia que certamente só não encontra maior eco por carecer de qualquer rigor científico. (Não me esforçarei aqui para convencer aqueles que, de forma muito compreensível, repudiam minha análise sobrenatural dos fatos)

Lógica à parte, vamos aos elementos que dão força à tese de que maus ventos rondam a chefia do Poder Executivo federal.

Com seu dramático suicídio, Getúlio Vargas é o exemplo máximo deste mal.

Depois dele, tivemos os problemas de saúde e o afastamento de Café Filho, a renúncia de Jânio Quadros e o golpe que derrubou e exilou João Goulart.

JK, que parecia que sairia incólume após benquista presidência, acabou tendo o cargo de senador cassado pela ditadura militar (bom texto a respeito aqui). Foi pressionado a se exilar e, de volta, teve a vida devassada por investigações que em nada dariam. Como se não bastasse, morreu em um acidente de carro em 1976.

A SINA DOS ELEITOS

De Getúlio para cá, entre os eleitos pelo voto popular, só se salvaram de derrubadas, punições judiciais e outros contratempos Eurico Gaspar Dutra e –até agora– Fernando Henrique Cardoso.

Além dos já citados, encontraram maus destinos Collor e Dilma, derrubados pelo impeachment.

Os que chegaram ao poder sem ter sido eleitos diretamente para o cargo tiveram mais sorte, casos de Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo, que apesar de tudo que se deu em seus governos, concluíram suas presidências e não foram importunados posteriormente nem por clamores político-jurídicos nem por mortes terríveis.

Também não enfrentaram a aparente sina presidencial os inicialmente vices Itamar Franco e –até agora– José Sarney e Michel Temer.

Mas para mostrar que a maldição parece não poupar os indiretos, urge lembrar de Castelo Branco, morto em acidente aéreo após deixar a presidência; Costa e Silva, vítima de derrame cerebral que o tirou do cargo e o matou pouco depois; e Tancredo, que nem conseguiu tomar posse.

VELHA ESPERANÇA?

Nosso recorte pós-getulista já indica números suficientemente alarmantes para os interessados em registrar candidatura em 2018.

Dos 19 citados, 11 tiveram destinos nefastos e 8 deles escaparam.

Os negacionistas da tese do cargo amaldiçoado talvez mirem a República Velha, apostando que os tempos oligárquicos protegeriam mais nossos mandatários.

Enganam-se.

De 13 da época, só 3, bem ou mal, foram poupados: Prudente de Morais, Campos Sales e Venceslau Brás.

Primeiro presidente, Deodoro da Fonseca foi forçado a renunciar após tentar um autogolpe, morrendo menos de um ano depois.

Após uma tumultuada presidência, seu sucessor, Floriano Peixoto, com saúde bastante debilitada, também morreu nos meses que se seguiram a sua saída do cargo, com apenas 56 anos.

Rodrigues Alves foi vitimado pela gripe espanhola antes de assumir seu segundo mandato presidencial.

Afonso Pena padeceu de uma pneumonia fatal durante o mandato.

Delfim Moreira alternava momentos de lucidez com insânia, pouco governando na prática. Foi outro a morrer menos de um ano após deixar a presidência.

Hermes da Fonseca passou meses na cadeia, já ex-presidente, após se envolver na revolta tenentista. Solto, morreria naquele mesmo 1923.

A sorte também não sorriu para Washington Luís, preso e exilado pelo movimento de 1930; Artur Bernardes, que também seria detido por se opor a Getúlio; Júlio Prestes, eleito e impedido pelos revolucionários de tomar posse; e Epitácio Pessoa, que, ex-presidente, perdeu o mandato de senador pós-1930, desencantou-se com o novo regime, afastou-se da política e morreu com mal de Parkinson e problemas cardíacos.

SALVAM-SE OS REIS?

Voltando atrás mais algumas casas, para o Império, o mau agouro é ainda mais regra.

Dom Pedro 1º foi forçado a abdicar ao trono brasileiro, protagonizou uma guerra civil em Portugal e morreu com 35 anos.

Seu filho, Pedro 2º, foi mais longevo e teve um reinado mais estável, mas acabou por ser derrubado pelos republicanos e banido do país, morrendo no exílio aos 66.

Somados os dois regimes, decerto resta inconclusiva a hipótese de que uma maldição assola nossos líderes.

Os mais racionais se exaltarão, dizendo que a profusão de trajetórias conturbadas se deve mais às personalidades dessas figuras e às estruturas nacionais do que à minha tese mística.

Pode ser, pode ser.

De todo modo, insisto: talvez não tenha sido uma boa ideia construir um país sobre um cemitério indígena. Fonte: Folha de S.Paulo.

23 de janeiro de 2018

DIAGNÓSTICO DE PARKINSON LEVA NEIL DIAMOND A DESPEDIR-SE DOS PALCOS


23 jan 2018 - O músico anunciou o cancelamento de todos os concertos do mês de março.

Neil Diamond foi recentemente diagnosticado com a doença de Parkinson - notícia avançada pelo mesmo, através de um comunicado oficial.

O músico, que se preparava para uma tournée na Austrália e Nova Zelândia para celebrar dos 50 anos de carreira, viu-se obrigado a cancelar todos os concertos do mês de março.

“É com grande relutância e desilusão que anuncio o cancelamento dos concertos”, disse o artista. “Estou muito honrado por ter dado concertos para o meu público nos últimos 50 anos. As minhas sinceras desculpas a todos os que compraram bilhetes e planeavam ir aos espetáculos”, destacou.

Nel revelou ainda que pretende “continuar ativo na escrita, gravações e outros projetos durante muito, muito tempo”.

“O meu agradecimento para todo o meu público leal e dedicado em todo o mundo. Vão ter sempre o meu apreço pelo vosso apoio e encorajamento. Este caminho foi ‘tão bom, tão bom, tão bom’. Obrigada”, acrescentou. Fonte: Life Style Sapo.

21 de janeiro de 2018

Morre o chef Paul Bocuse, o “papa” da gastronomia francesa

Ele já tinha a doença de Parkinson e partiu em sua casa

20 jan 2018 - O chef Paul Bocuse, conhecido como o “papa” da gastronomia francesa, morreu aos 91 anos. A informação foi compartilhada neste sábado (20) pelo ministro francês do Interior, Gérard Collomb, no Twitter.

Paul Bocuse faleceu em casa, onde também fica seu renomado restaurante, em Collonges-au-Mont-d’Or, perto de Lyon (centro-leste da França). Ele já sofria da doença de Parkinson.

“Paul Bocuse morreu, a gastronomia está de luto, o Sr. Paul foi a França, a simplicidade e a generosidade, a excelência e a arte de viver, o papa da gastronomia nos deixou”, postou Collomb, ex-prefeito da cidade natal de Bocuse, em Lyon. Fonte: Claudia. Veja mais aqui: Paulo Bocuse, o 'papa' da culinária francesa, não tinha papas na língua.

12 de janeiro de 2018

Raúl Zurita, o poeta que escreveu no céu e jogou amônia nos próprios olhos

12/01/2018 -
RESUMO
Celebrado nos EUA e nunca publicado no Brasil, o poeta chileno Raúl Zurita vem ganhando prestígio no mundo literário hispânico. Protagonista de episódios de automutilação e atuante na resistência à ditadura de Pinochet, ele faz poesia árdua que enlaça vida e obra, oscilando entre as perspectivas pessoal e coletiva.

"Meu Deus é fome".
"Meu Deus é paraíso".
"Meu Deus é câncer".

Em Nova York, a 5.000 metros de altura, cinco aviões traçavam 15 versos do poeta chileno Raúl Zurita nos céus do Queens, cada um deles esticados ao longo de seis quilômetros. Naquele azulado 2 de junho de 1982, o poema "La Vida Nueva" passava a competir com as nuvens. Zurita, concentrado nas manobras das aeronaves, ignorava a reação dos pedestres no distrito novaiorquino.

"La Vida Nueva" não era um poema solto no ar: aplacava um ciclo de desespero pessoal no Chile. Em 11 de setembro de 1973, no golpe militar encabeçado por Augusto Pinochet, Zurita —então com 23 anos— foi preso no estádio de Playa Ancha, em Valparaíso, e depois transferido para o cargueiro Maipo, onde por 21 dias ficou espremido no porão com outras 800 pessoas.

O militante comunista fascinado pela "Divina Comédia" conheceu o inferno dantesco da tortura.

"O golpe de Estado é, para mim, quase uma definição artística e política. Esse fato é o principal de minha vida, marca a minha existência a fogo. Até o ponto de quase decidir que todo livro meu teria a ver com isso", explica Zurita na sala de sua casa, em Santiago. Diante dele há um quadro com o rosto de Kafka desenhado pela artista catalã-chilena Roser Bru.

O poeta e professor de literatura nascido em 1950 tem olhar ameno, barba irregular e pequenos espasmos nas frases emocionadas. Há 17 anos ele enfrenta o mal de Parkinson, doença descrita sem autopiedade: "A mão se arrebenta e você não vê, a cabeça vai pro lado, tem posturas estranhas. É forte".

Vencedor do Prêmio Nacional de Literatura do Chile, em 2000, Zurita é um dos mais influentes escritores chilenos contemporâneos, com prestígio crescente no mundo hispânico, embora desconhecido dos leitores brasileiros.

Ele se recorda apenas da tradução para o português de três partes de seu livro "Anteparaíso" (1982) feita pelo poeta amazonense Thiago de Mello, seu admirador, na antologia "Poetas da América de Canto Castelhano" (publicado pela Global).

No final de 2017, Zurita levou à galeria Isabel Aninat, no bairro de Vitacura, em Santiago, a videoinstalação "Verás un Dios de Hambre" [verás um deus da fome], uma prévia da projeção noturna de 22 versos nas escarpas da costa norte do Chile, no encontro do Pacífico com o deserto de Atacama.

Na sala escura, a voz em off do poeta acompanha as imagens tomadas de helicóptero: "Verás cidades de água/ Verás céus em fuga...".

Zurita entende o projeto —concebido em 2002 e agora perto do fim— como uma metáfora de sua morte, por iniciar-se no crepúsculo. Não será a sua primeira poesia visual no deserto. Em 1993, já durante a democracia, fez com que retroescavadeiras inscrevessem a frase "Ni pena ni miedo" [nem dor nem medo] numa extensão de 3.140 metros no Atacama.

VIDA E OBRA
O poeta americano John Ashbery (1927-2017), vencedor do Pulitzer de poesia em 1976, definiu a obra de Zurita como "acidamente cruel e, finalmente, libertadora".

Nascido em Santiago, Raúl perdeu o pai aos dois anos e atravessou uma infância pobre com a família materna, de origem italiana, influenciado sobretudo pela avó Josefina Pessolo, contadora de histórias extraídas da "Divina Comédia", de Dante Alighieri.

Estudante de engenharia e membro do Partido Comunista, Zurita assistiu à derrocada de Salvador Allende em Valparaíso, onde residia na altura do golpe. Sob a ditadura Pinochet, ele integrou o Coletivo de Ações de Arte (Cada), formado com o sociólogo Fernando Balcells, os artistas Lotty Rosenfeld e Juan Castillo e a escritora Diamela Eltit (sua ex-mulher).

Seus dois primeiros livros, "Purgatorio" (1979) e "Anteparaíso", conferiram força à sua entrada na poesia chilena.

Com um estilo próximo do neobarroco, Zurita partiu, de uma obra a outra, da perspectiva pessoal para a coletiva, enlaçando vida e obra. A capa de "Purgatorio", por exemplo, traz uma foto do escritor com uma atadura na lateral do rosto queimado a ferro.

"Tive um episódio humilhante com os militares, que me levaram arbitrariamente [em maio de 1975]", conta o poeta. "Eram os reis da coisa. Não me fizeram nada. Depois de quatro horas, saí em plena rua com os braços na nuca. Senti tal humilhação acumulada que me recordei da frase de Cristo de que se baterem em sua face direita, ofereça a outra. Então saí, me fechei num banheiro e queimei a minha face."

"Mas não foi uma performance. Porque não foi com fotógrafo. Não gosto de performance. Foi o ato de um desesperado, absolutamente solitário, sem saber bem por que estava fazendo. Era significativo para mim mesmo", ele continua. "Minha vida estava totalmente destroçada. Se não me suicidei é porque era redundante e ridículo suicidar-se num país que estava matando gente."

Em março de 1980, numa nova tentativa de automutilação, jogou amoníaco puro nos olhos, sem conseguir cegar-se. Queimou as pálpebras e uma parte do rosto, lesionando de leve as córneas.

Para suportar a penúria, imaginava coisas impossíveis, como um poema escrito por aviões, concretizado depois em Nova York. "Ampliar os limites da poesia é o que menos me importa", ele avisa e, contrariando a crítica, compara a ação aero-poética à busca dos povos antigos por respostas no céu.

Na Índia, durante a Bienal Kochi-Muziris de 2016, Zurita apresentou a instalação "The Sea of Pain" [o mar da dor], onde os visitantes molhavam as canelas num galpão inundado de água salgada, para ler nas paredes os versos dedicados à crise humanitária dos imigrantes: "Você não me ouve?/ No mar da dor.../ Você não voltará,/ Nunca mais,/ No mar da dor?".

"Sinto que toda a arte, toda a literatura, todas as sinfonias compostas, são os restos de uma batalha cósmica perdida. A tarefa não é escrever verso, nem pintar quadro, nem fazer poema concreto. A tarefa é fazer da vida algo decente. Nós, os chamados artistas, não somos mais do que aves necrófagas que vão traduzindo os escombros de uma batalha perdida", lamenta o poeta.

"É como se nunca tivéssemos saído de Homero: 'Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles'. O primeiro verso da Ilíada. Em certo sentido, ainda estamos na época de cólera do poema homérico."

CHILE

Atualmente casado com a escritora Paulina Wendt, ganhou duas antologias recentes, "Tu Vida Rompiéndose" (Ed. Lumen) e "Verás" (Ediciones Biblioteca Nacional), este último lançado ano passado, na sequência do recebimento do Prêmio Iberoamericano de Poesia Pablo Neruda de 2016. Zurita inclui Neruda (1904-1973), vencedor do Nobel de Literatura de 1971, entre suas altas admirações.

"Em 'Canto Geral' (1950), Neruda é como a 'Divina Comédia'. As críticas ao 'Canto Geral' são absolutamente parciais e ideológicas. Em 'Alturas de Machu Picchu', Neruda não é um ser humano. É outra dimensão. Está possuído por uma língua, por uma história. Depois de 'Canto Geral', fez coisas que não valem muito a pena. Mas, quando Neruda era Neruda, em 'Residência na Terra' (1933), não havia obra tão bonita", argumenta.

Impregnado de paisagens rudes e áridas do Chile, o poeta conheceu o deserto de Atacama em 1982. Na viagem de ônibus, despertou com o azul intenso do céu, pressentido num poema escrito cinco anos antes: "Os desertos de Atacama são azuis". Zurita acha difícil racionalizar a presença maciça de rios, penhascos, desertos, praias e cordilheiras na obra de um homem urbano.

"Agora tenho algumas teorias, mas não sei", ele especula. "Sinto que tudo tem um pouco a ver com o golpe de Estado no Chile. Porque nunca me importou a paisagem. Quando veio o golpe, em 1973, começaram toda a coisa patrioteira das canções nacionais. Pensei: qual é o Chile? Pablo de Rokha, Pablo Neruda, Gabriela Mistral, Vicente Huidobro, Violeta Parra, Nicanor Parra, Gonzalo Rojas, Víctor Jara, ou o país desses cantos fascistas? Qual é? Creio que foi a luta pelo significado. O que significa a cordilheira dos Andes?".

Os focos conservadores da sociedade chilena continuam a preocupar Zurita, que, na campanha presidencial de 2017, gravou uma mensagem de apoio a Alejandro Guillier, o candidato de centro-esquerda derrotado por Sebastián Piñera, de centro-direita.

"No golpe, foi brutal a irrupção da violência. Se tem mitificado que não havia isso. Não é certo. O Chile teve duas guerras, com o Peru e a Bolívia [entre 1879 e 1883], e depois se dedicou à guerra contra os mapuches. Finalmente os dominaram com o Exército. Na história há matanças contra populações operárias. Por um lado, há uma história de democracia entre aspas e de uma grande poesia. Por outro, há uma história de massacres, golpes, revoluções, caudilhismos. Era algo que nós conhecíamos. Uma violência que estava e prossegue", defende.

As memórias da ditadura lhe conduzem a uma expressão sombria e agitada. "Todos os assassinos e torturadores —Pinochet, Hitler ou Stálin— não nasceram no planeta Vênus. Nasceram na mesma cidade, na mesma rua em que estou", diz ele, inconformado com a apuração incipiente dos crimes dos militares.

"As mentiras são tão fortes quanto os assassinatos. Um país que mente sobre a ditadura é um país não solidário, egoísta, arrivista, individualista".

Os horrores políticos não esfriaram Zurita. "Então, espremendo a face queimada/ contra os grãos ásperos deste solo pedregoso/ -como um bom sul-americano-/ elevarei minha cara ao céu por um minuto mais/ chorando/ porque eu que acreditei na felicidade/ voltarei a ver as irrefutáveis estrelas", diz no "Poema Final".

No desfecho da conversa, uma síntese: "Minha utopia é a construção do paraíso na terra". E, com um andar premeditado e abrupto, o poeta cruza o jardim verdejante entre a casa e a rua. Fonte: Folha de S.Paulo.