24 de janeiro de 2012

Voz do robô de 'Perdidos no espaço' silencia

24/01/12 - RIO – “Perigo, perigo, Will Robinson.” Quem cresceu nos anos 60 e 70 reconhece imediatamente essa frase, repetida pelo personagem “robô” em todos os episódios do seriado de ficção científica “Perdidos no espaço”, exibido nos EUA entre 1965 e 1968 e exaustivamente reprisado desde então. Dono da voz original, o ator americano Dick Tufeld morreu em um hospital de Los Angeles, aos 85 anos. Seu parceiro no robô, Bob May, responsável pelos movimentos do personagem, havia morrido há três anos, em janeiro de 2009.

A notícia da morte de Tufeld foi dada por seu colega de elenco Bill Mummy (que interpretava exatamente o menino Will Robinson) em sua página no Facebook. Segundo o site de celebridades TMZ, o ator, que sobrevivera a um câncer, sofria do mal de Parkinson. Em sua página, Mummy disse que Tufeld morreu em paz e “se reuniu a sua esposa”, que morrera há alguns anos. (segue...) Fonte: Extra G1.

18 de janeiro de 2012

A sus 70 años, Muhammad Ali sigue luchando

EL TRES VECES CAMPEÓN DEL MUNDO EN BOX FESTEJÓ AYER SU CUMPLEAÑOS. LA CELEBRACIÓN SEGUIRÁ EN TRES ESTADOS

Miércoles 18 de Enero del 2012 - Su cuerpo, que fue de acero, está ahora curvado; sus gráciles pies ahora se arrastran; sus brazos temblorosos son sujetados por su mujer y su hija y su voz apenas se escucha: Muhammad Ali, el que para muchos es el mayor boxeador de todos los tiempos, cumplió ayer 70 años “noqueado” por el Parkinson.

Cada aparición pública puede ser la última del que fuera rey del ring, que celebró su cumpleaños en su ciudad natal, Louisville. El sábado se le pudo ver en una gran fiesta en Louisville. Los cerca de 350 invitados, lo recibieron con  con aplausos y con gritos de “Ali, Ali”. (segue...) Fonte: Telegrafo.ec.

Ela estava relaxada com a aparência", diz mãe de Ana Paula Arósio

18/1/2012 - A mãe da atriz Ana Paula Arósio, Claudete Arósio, confessou que não vê a filha há cerca de sete meses, quando Ana Paula foi visitar o pai -- que sofre de mal de Parkinson -- e disse que estranhou o descuido da filha com a aparência. “Ela estava um pouco mais gorda, com as mãos de quem trabalha com terra, espinhas no rosto, relaxada com a aparência. Até chamei a atenção dela, mas ela não gostou”, afirmou Claudete em entrevista. Segundo a revista, Ana Paula Arósio abandonou as gravações de "Insensato Coração" antes do início da novela, pediu desligamento e encerrou o contrato com a TV Globo em 2011. Depois, a atriz mudou-se para um sítio em Santa Rita do Passa-Quatro, interior de São Paulo, onde continua morando. Este mês, a atriz voltou a recusar mais um papel, desta vez para estrelar uma montagem teatral de Macbeth, alegando ter optado por dedicar-se às reformas de sua propriedade. No final do ano, a atriz foi cotada para o papel de protagonista de "Avenida Brasil", próxima novela das nove da Globo, mas a própria assessoria da emissora negou. “Ana não está na novela, a protagonista é Debora Falabella”, afirmou em comunicado. Fonte: Umuarama Ilustrado. Leia também no Extra.

14 de dezembro de 2011

O dia em que o tempo nocauteou Ali

Há 30 anos, a 'nobre arte' ficou menos ágil, veloz e criativa com o fim da carreira de seu lutador mais importante

por WILSON BALDINI JR. - O Estado de S.Paulo
11 de dezembro de 2011 | Foi em um modesto campo de beisebol, em Nassau, nas Bahamas, há exatos 30 anos, que Muhammad Ali subiu pela última vez em um ringue. Mas a despedida do nome mais importante do boxe em todos os tempos foi melancólica. Diante de dez mil espectadores, Ali, aos 39 anos, se apresentou com 107 quilos - maior peso de sua carreira -, com visíveis problemas motores e com a voz prejudicada.

Seu médico particular, Ferdie Pacheco, afirmara que o boxeador já estava com sinais de problemas neurológicos - em 1984, Ali revelou estar com Mal de Parkinson. Os organizadores do combate levaram Ali para ser examinado por 30 médicos em Nova York. Ele foi submetido a todos os tipos de exames da época e nada foi constatado.
Por US$ 1,1 milhão, Muhammad Ali se preparou por 11 semanas na pequena ilha do Atlântico para enfrentar o canadense Trevor Berbick, de 27 anos, quarto colocado no ranking da Associação Mundial de Boxe. Ex-campeão dos pesos pesados, Ali sonhava com a quarta conquista. Os críticos norte-americanos não acreditavam em um novo "milagre", como aquele de 1974, quando da vitória espetacular sobre George Foreman, no Zaire. Mesmo diante de um rival limitado como Berbick, que iria receber US$ 350 mil e que tinha como melhor resultado uma derrota por pontos para Larry Holmes, oito meses antes.
Na entrevista coletiva, Ali mantinha o bom humor, uma de suas características. "Berbick é um adversário fácil de pegar. Eu sou o mesmo que bateu Joe Frazier, em Manila", disse, referindo-se ao épico duelo de 1975, quando venceu o grande rival. "Posso dançar e pular os dez roundes. Berbick não vai me achar no ringue. Só vai sentir meus golpes."
E Ali realmente surpreendeu nos três primeiros assaltos, ao iniciar o combate com o seu tradicional jogo de pernas, um tanto menos veloz, e o jab perfeito, que acertava em cheio a cabeça do adversário. Um direto de direita tirou o equilíbrio de Berbick no terceiro assalto. O público vibrou e gritou "Ali, Ali, Ali", acreditando em mais um milagre do "The Greatest".
A partir do quarto assalto, Berbick passa a atacar a linha de cintura de Ali, que por sua vez abusa do 1-2 (jab de esquerda e direto de direita), seguido por um agarrão. A respiração já está ofegante e os golpes não têm a mesma eficácia. No quinto assalto, Ali vai para as cordas e guarda energia para surpreender o rival nos 30 segundos finais.
No sexto, Berbick tenta pressionar, mas seu boxe é pobre. Se Ali tivesse dez anos menos, o canadense já não estaria mais em ação. No sétimo round, o instinto de Muhammad Ali o faz catimbar, ao chamar o adversário para a briga, após uma troca de golpes.
No intervalo para o oitavo round, o técnico Angelo Dundee, que esteve ao lado de Ali em toda a sua carreira, está preocupado. Em 1980, foi o treinador que mandou o juiz parar a luta antes do 11.º round para, desta forma, encerrar o castigo que o jovem promissor Larry Holmes impunha ao seu pupilo.
Mas desta vez Dundee permite que a luta siga. E Ali volta com seu jogo de pernas e até arrisca perigosas esquivas. Tanto esforço deixa o ex-campeão esgotado. Sua sorte é que Berbick também está cansado, mas a juventude está ao seu lado. O canadense ataca todo 9.º round, assim como o décimo. O público não se contém. "Ali, Ali, Ali" é o grito dos espectadores e de todos que acompanhavam aquela luta em todo o mundo, sabedores de que o fim da carreira do maior mito da nobre arte estava chegando ao fim.
Placar. Os jurados foram unânimes a favor de Berbick. Dois anotaram 99 a 94 e outro, 97 a 94. Mas o resultado pouco importava. Muhammad Ali não havia perdido para Trevor Berbick. Ele havia perdido para o tempo.
"Eu te amo. Vou ganhar o título mundial em sua homenagem", disse Berbick, ainda no ringue. Ele cumpriu a promessa em 1986. Mesmo ano em que perdeu o cinturão para Mike Tyson. Berbick morreu em 2006, aos 52 anos, assassinado pelo sobrinho.
Há 27 anos, Ali convive e ajuda as pesquisas na busca pela cura do Mal de Parkinson. No início de carreira seu slogan era: "Voar como uma borboleta e picar como uma abelha". Hoje a abelha não machuca mais, mas a borboleta segue espalhando amor pelo planeta.

12 de dezembro de 2011

Mario de Miranda - cartunista indiano

Centro de Tratamento da Insônia - "Estamos contando ovelhas".




Dec 12 2011 - Mario de Miranda, cartunista e ilustrador indiano, do estado de Goa, falece aos 85 anos, com parkinson. Fonte: Indian Express.
Cartoon "tudo a ver" com a doença!