O criador da série, o americano Charles Schulz, teve câncer e sofria de Mal de Parkinson, o que prejudicou seu trabalho nos anos finais. Ele morreu em 12 de fevereiro de 2000, e sua última tira de Peanuts foi publicada no dia seguinte. (segue...) Fonte: Clic RBS.
Este blog integra o site Doença de Parkinson e destina-se a listar celebridades e pessoas portadoras desta doença e "linkar" páginas afins.
3 de outubro de 2011
Peanuts
02 de outubro de 2011 - Foi num dia 2 de outubro, há 61 anos, que estreou na imprensa americana um dos quadrinhos mais famosos do século 20: Peanuts _ ou Minduim, na versão brasileira. O nome não é mais famoso do que o dos personagens da HQ: Charlie Brown, seu cãozinho Snoopy e sua turminha, que incluía Linus e Lucy. (...)
O criador da série, o americano Charles Schulz, teve câncer e sofria de Mal de Parkinson, o que prejudicou seu trabalho nos anos finais. Ele morreu em 12 de fevereiro de 2000, e sua última tira de Peanuts foi publicada no dia seguinte. (segue...) Fonte: Clic RBS.
O criador da série, o americano Charles Schulz, teve câncer e sofria de Mal de Parkinson, o que prejudicou seu trabalho nos anos finais. Ele morreu em 12 de fevereiro de 2000, e sua última tira de Peanuts foi publicada no dia seguinte. (segue...) Fonte: Clic RBS.
15 de setembro de 2011
Djavan sobre maconha: "É muito bom. Fumo eventualmente"
Cantor, que lança DVD "Ária ao Vivo", fala ao iG também sobre outras drogas e nega que esteja com Parkinson. Veja vídeo e galeria de fotos
15/09/2011 - Os grandes figurões da MPB, acostumados a falar com a imprensa há décadas, em geral tentam restringir suas declarações aos produtos que estão lançando. Não é o caso de Djavan, que coloca no mercado neste mês o CD e DVD ao vivo do elogiado álbum “Ária”, com o qual rodou o País durante um ano.
Aos 62 anos, Djavan também negou boatos, surgidos nas redes sociais, de que esteja com Mal de Parkinson. Esticou as mãos para o repórter: “Treme alguma coisa aqui?”. (...)
iG: Há boatos nas redes sociais de que você teria Mal de Parkinson. Você está doente?
DJAVAN: Com o quê? Parkinson (ele estica os braços para frente)? Treme alguma coisa aqui? (segue...) Fonte: Ultimo Segundo.
22 de agosto de 2011
Eugene O'Neill
Eugene Gladstone O'Neill (Nova York, 16 de Outubro de 1888 – Boston, 27 de Novembro de 1953) foi um dramaturgo anarquista e socialista estadunidense.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1936 e o Prêmio Pulitzer por várias vezes. (...)
Diagnosticado com parkinson e neurose, reduziu drásticamente sua vasta obra a quase nada, pouco antes de sua morte. Morreu em 1953 em um hotel em Boston, vítima de tuberculose. "Nasci num quarto de hotel e, maldito, morri num quarto de hotel" ("Born in a hotel-room and God-damned, died in a hotel-room"), poderiam ter sido suas últimas palavras. Fonte: Wikipedia.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1936 e o Prêmio Pulitzer por várias vezes. (...)
Diagnosticado com parkinson e neurose, reduziu drásticamente sua vasta obra a quase nada, pouco antes de sua morte. Morreu em 1953 em um hotel em Boston, vítima de tuberculose. "Nasci num quarto de hotel e, maldito, morri num quarto de hotel" ("Born in a hotel-room and God-damned, died in a hotel-room"), poderiam ter sido suas últimas palavras. Fonte: Wikipedia.
9 de agosto de 2011
Pedro Casaldáliga fala sobre importância da Unemat para o Araguaia
7 de agosto de 2011
A ascensão do maioral
Em O Rei do Mundo, David Remnick refaz a carreira do lendário lutador Muhammad Ali
Em O Rei do Mundo, David Remnick refaz a carreira do lendário lutador Muhammad Ali
Essas linhas estão no livro O Rei do Mundo - Muhammad Ali e a Ascensão de Um Herói Americano, um dos belos exemplares do jornalismo literário voltado para a atividade esportiva. Nele, Remnick, editor da revista New Yorker, refaz o início da carreira de Ali, situando-a primeiro no ambiente pugilístico e também na fronteira de tensões religiosas, raciais e políticas que caracterizaram os Estados Unidos nos anos 1960. Anos do assassinato de Kennedy, das lutas pelos direitos civis de Martin Luther King e Malcolm X, da Guerra do Vietnã, dos Beatles e hippies.
É muito fácil fazer uma prosa elegíaca de Cassius Marcellus Clay que, depois de convertido ao islamismo, mudou seu nome para Muhammad Ali. A maior parte dos entendidos o considera o maior peso pesado de todos os tempos, superando de longe Joe Louis e Rock Marciano. Ali dançava no ringue, falava sem parar antes e depois das lutas, compunha versos provocativos ao adversário, previa em que assalto colocaria o outro a nocaute. Dentro das cordas, tinha a pegada de um gigante e a leveza de uma borboleta. Flutuava com beija-flor e picava como abelha, como ele próprio dizia. Exibia um repertório completo de golpes. Além disso, era bonito como um deus e dispunha de ego à altura dessas qualidades.
No entanto, Remnick prefere passar ao largo das mitificações. Para chegar a Ali, recorda das lutas entre Floyd Patterson e Sonny Liston, o primeiro representando o "negro bom", confiável, e o outro, o "negro mau", saído dos presídios, com sua cara de poucos amigos e hábitos ainda menos recomendáveis.
Quando Clay, já se aproximando da Nação do Islã, desafia Liston, os papéis trocam de lado. Afinal, Liston, ainda que tivesse passado criminal, era preferível a esse falastrão, integrante de um grupo que considerava toda a raça branca como inimiga.
Os pontos altos do livro são as narrativas dos combates entre Liston e Ali, em 1964 e 1965. É um texto fascinante, que mantém o calor descritivo e termina por uma coda analítica. Mesmo porque, após as vitórias, Ali se tornaria não apenas o principal nome do pugilismo, mas uma personalidade do século.
Naqueles anos políticos, Ali recusou-se a lutar no Vietnã, sob a alegação simples de que "nada tinha contra os vietcongues". Sua licença foi cassada e ficou três anos e meio sem lutar. Só recuperaria o cinturão na mitológica luta contra um muito mais jovem e forte George Foreman, no Zaire, em 1974.
Já então era um mito. Mas do qual, Remnick procura extrair o lado da humana fragilidade em suas páginas finais. Entrevista um Ali muito doente, quase paralisado pelo mal de Parkinson que, após a conversa, o acompanha até a porta e pergunta ao jornalista se aquele era seu carro. Ante a resposta positiva, Ali apenas comenta, à guisa de despedida: "A gente não possui nada. Você é apenas um depositário nesta vida. Cuide-se bem". Fonte: O Estado de S.Paulo.
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